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domingo, 4 de outubro de 2026

E se ninguém falasse a sua língua? [a inclusão começa com a comunicação] #acessibilidade #solidariedade #empatia




Um vídeo criativo e provocativo "E SE NINGUÉM FALASSE A SUA LÍNGUA?", e que encontrei no canal do YouTube Libras Poços de Caldas serve para conscientização e choque de realidade àqueles que não conseguem ter empatia e alteridade direta com que possui alguma necessidade especial.
Imaginar um mundo em que não nos fazemos entender nem os demais conseguem conosco se comunicar está presente também no episódio JOGO DE PALAVRAS, do seriado Além da Imaginação, que destaquei tempos atrás, de alguém que memoriza palavras específicas [jargões] e com o tempo acaba não conseguindo mais se comunicar com a família, os colegas de trbalaho e a sociedade em geral. Vide link logo a seguir:

Educação: Um jogo de palavras "Além da Imaginação" (filosofia, curta-metragem, videoclipe, linguagem e sociedade)

A língua, como um instrumento vivo de comunicação, requer compreensão de seus usuários. Por isso, nem sempre estamos nos fazendo entender, seja com filhos, alunos, colegas, vizinhos.
O poder da comunicação é nítido, já que somos seres sociáveis e precisamos de palavras e ideias para interagirmos uns com os outros.
Usar a Libras como forma de mostrar a importância da inclusão e acessibilidade é uma ideia genial. Solidariedade Já!

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil.

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

ADAPTE Board: aplicativo gratuito lançado pela USP pra desenvolver a comunicação de pessoas com TEA




ADAPTE Board [imagem acima] é um aplicativo gratuito lançado pela USP - Universidade de São Paulo, SP, Brasil para desenvolver a comunicação de pessoas com TEA - Transtorno do Espectro Autista e que encontri no Instagram de Bruno Pfisier, engenheiro civil que se diz louco por ciência e inovação.
Conforme relevante notícia de Bruno, o app foi criado pela "ADAPTE Educação, e faz parte de uma pesquisa vinculada à Poli-USP para ampliar o acesso à Comunicação Aumentativa e Alternativa."
Como funciona? Pfisier explica: "Um toque em um cartão com a imagem de 'eu', outro em 'querer' e outro em 'brincar'", e a comunicação se estabelece. Além disso, "Ela funciona em português pelo navegador e pode ser utilizada no celular, tablet ou computador. É gratuita de verdade, sem mensalidade, cartão cadastrado ou versão paga escondida. Os cartões podem ser personalizados com imagens e palavras de acordo com as necessidades de cada pessoa TEA, enquanto a mensagem continua sendo construída por quem utiliza a ferramenta. O conteúdo das frases é processado no próprio dispositivo e não fica armazenado nos servidores do projeto. O uso precisa ser individualizado e não substitui o acompanhamento profissional".

Um recurso precioso que precisa ser divulgado.
Para explorar o app, em sua versão para computador, basta clicar no link logo abaixo:

ADAPTE Board

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Diferente: curta-metragem sobre a amizade de Emily e Sam, dois jovens diferentes um do outro




Diferente é um curta-metragem premiado, com direção de Tahneek Rahman e Derian Persuad que encontrei nos vídeo correlatos do YouTube que trata da amizade entre Emily e Sam, que vão descobrindo aos poucos que apesar das diferenças têm coisas em comum: ela surda e ele cadeirante.
Um audiovisual para tratar de interpretação textual, empatia, alteridade, e as diferenças que temos uns com os outros.
Reiterando a frase que encerra o curta: "Quão diferente você é?" Já parou pra pensar nisso?
Pais e filhos, professores e alunos, empregados e empregadores, cada qual possui suas diferenças...

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Dias de Um Futuro Esquecido: quando o cinema de ação e cenas de filmes servem como reflexão sobre a educação inclusiva




As duas cenas dos herois da Marvel X-Men, dois marcos dos efeitos visuais no cinema de ação, me chamaram bastante a atenção e promoveram duas breves reflexões sobre herois invisíveis que convivem conosco na família, na escola, no trabalho e na sociedade, tal qual os alunos do Professor Xavier, cada qual com uma habilidade única.
A escola de talentos do professor Xavier, craida por Stan Lee, é um exemplo de escola inclusiva, bem antes desse conceito se popularizar na sociedade. Um local que não discrimina, que valoriza e incentiva a descoberta de talentos naturaisa de jovens desajustados à sociedade, dita normal.
Duas cenas incríveis: a primeira do filme X-Men: Apocalipse, em que a personagem Mercúrio salva os mutantes, como ele, da explosão é passível de reflexão sobre quem nunca teve um amigo nerd que salva todo o grupo de trabalho da escola, fazendo sozinho as coisas, enquanto so demais ficam invisíveis? Ou quem dá dicas incríveis sobre tecnologia, filmes, livros, músicas? Quem nunca teve um colega de trabalho que ajuda a todos, compartilhando sua experiência, mesmo que ninguém peça; um amigo que parece invisível, mas que resolve problemas nossos antes mesmo deles acontecerem, antecipando e consertando possíveis danos. Quem nunca teve um amigo tímido, chamado de esquisitão por quem não o conhece melhor, e que salva o dia de quem souber tê-lo como colega e amigo. Pois então, quantos Mercúrios, Wolverines, Ciclopes, Fênix e outros estão ao nosso lado na família, na sala de aula, no trabalho e no cotidiano, muitas vezes invisíveis, passando em alta velocidade, sem serem percebidos?
Incluir e interagir não é a mesma coisa. A primeira situação requer adequação de tempos e espaços, convivência efetiva, continuidade e progressão. A segunda situação é apenas colocar alguém num locla sem as devidas capacidades serem observadas, sem adequações ou adaptações.
Na segunda cena, logo a seguir, outro momento lendário do cinema de ação, também dos X-Men com o sugestivo título do filme de "Dias de um futuro esquecido". Quantas dessas crianças e jovens tiveram seu futuro esquecido, quando não puderam ser aceitas e respeitadas, seja com TDAH, autismo, síndrome de Down etc? Quantas de fato conseguiram demonstrar seus talentos invisíveis à sociedade?
Não sou o professor Xavier, mas já tive alunos X-Men incríveis, que de tímidos inicialmente, logo manifestaram seus talentos para a música, poesia, escrita, desenho, jogos, esportes, programação e muito mais, e soube valorizá-los, estimulá-los e incentivá-los conviver com os grupos. Alunos que conseguiram entrar calados e saírem integrados e incluídos, não apenas na escola. Eis o papel social do educador do século XXI. Ser também um X-Men, com visão diurna e noturna, estar em vários locais ao memso tempo, saber ouvir além das paredes de uma sala de aula, entre outras habilidades, quase supernaturais. ;-)
Educar, seja pela família, escola ou sociedade, é muito mais do que tolerar, é tentar entender o outro, conhecer seu mundo e a partir disso estabelecer pontes, caminhos, modelos de convívio social. A pedagogia do espelho e do exemplo demonstram que quando eu etendo o outro é muito mais fácil que o outro interaja conosco. Rechitégui: #ficaadica



Observação:
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sábado, 15 de novembro de 2025

"O que me faz pular" de Naoki Higashida: literatura, autismo, educação, motivação e sociedade




Uma bela indicação de leitura que recebi da colega e amiga Marisa Barreto Pires, educadora de Rio Gramde [RS], Brasil sobre a história de vida de Naoki Higashida que, aos 13 anos escreveu o livro O QUE ME FAZ PULAR, escritor nascido no Japão e que ainda criança foi diagnosticado como autismo severo. Diante da dificuldade de comunicação convencional com as pessoas, Naoki aos 13 anos passa a escrever suas percepções sobre o mundo, num relato comovente e necessário a todos os educadores, sejam eles pais ou professores, convivam diretamente com a educação especial ou não. Um livro que se tornou referência mundial, conforme apresentação do perfil no Instagram Amigo Motivador.
O blog Educa Tube Brasil recomenda a leitura do referido livro que é inspirado nas vivências reais de seu autor, pois é relato inspirador, motivador, resiliente e muito mais.
Um ótimo livro que reúne o conjunto de ensaios de Naoki e que recomendo para educadores utilizarem fragmentos em sala de aula, em eventos envolvendo interpretação textual e produção textual.
Abaixo, segue resenha literária de Diego Transpadini, do canal Meros Devaneios, sobre o livro de Naoki:



Observação:
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sábado, 15 de março de 2025

O discurso final de uma mulher autista fantástica chamada Temple Grandin: cena de filme incrível que todo educador deveria assistir




O vídeo acima é uma poderosa cena do filme Temple Grandin, intitulado Discurso final de uma mulher autista fantástica!, que todo educador, seja pai ou professor, deveria assistir com seus filhos e/ou alunos. Um filme poderoso, como uma mensagem universal para refletirmos sobre aprendizagem, ensino, educação e sociedade.
Um filme que trata tambpem da importância da família no processo de aprendizagem. E de quanto não podemos julgar alguém pelas aparências.
Conforme sinopse, no YouTube: "Temple Grandin (TV Movie 2010) é um drama biográfico sobre a vida de Temple Grandin, uma mulher autista que se torna uma renomada especialista em comportamento animal. O filme, lançado em 2010, retrata a sua jornada única com um elenco excepcional, liderado por Claire Danes no papel titular. Com o apoio de Julia Ormond e Barry Tubb, o filme destaca as contribuições inovadoras de Grandin para o maneio de animais, a sua luta contra os estereótipos sociais e os seus inspiradores triunfos sobre a adversidade."
Um material muito mais do que motivocional, uma aula de filosofia de vida e de sociologia, que pode ser acompanhada, com o filme completo no YouTube, logo a seguir [ativem legendas e tradução]:



Observação:
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

Por uma comunidade inclusiva: um experimento social impactante e comovente sobre Inclusão, Educação e Sociedade




O vídeo acima, INCLUSÃO E EDUCAÇÃO - UM VÍDEO IMPACTANTE, encontrei no YouTube e trata-se de um audiovisual e expecimento social comovente, demonstrando o quanto somos todos seres sociais e sociáveis, além de influenciados e influenciáveis.
O experimento realizado em 2020 em Moscou, Rússia, produzido pela "Naked Heart Foundation", sobre uma sociedade mais inclusiva, mostra duas salas, sendo uma vazia e outra ocupada por uma criança com necessidade especial. As crianças maiores, já em idade de escolarização, incorporam valores dos adultos e das demais pessoas com quem convivem e preferem a sala vazia [provavelmente por conta de algum pré-conceito]; já as crianças menores não fazem distinção entre as pessoas e convivem de forma mais harmonioza com o menino solitário, agem como se fsse um novo amigo.
O grande desafio da educação inclusiva [e de uma sociedade igualmente inclusiva] é saber integrar as pessoas com equidade e não apenas igualdade, pois a igualdade pressupõe mesmos locais e formas semelhantes de tratamento. Entretanto, a equidade significa respeitar as diferenças, limitações, peculiaridades de cada ser humano, tentando aproximá-los do convívio social, estabelecendo pontes e não levantando muros.
Uma comunidade inclusiva requer dotar de meios, equipamentos e profissionais qualificados para esse desafio de promover não apenas a integração, mas a interação, a convivência e a equidade entre os diferentes.
Uma sociedade justa, fraterna e avançada precisa constantemente promover a crítica, autocrítica, avaliação e autoavaliação em prol de um convívio saudável para todos, num ambiente adaptável em que a inclusão seja pessoal, digital, social e profissional.
Este vídeo promove essa reflexão e cabe aos educadores - sejam pais e/ou professores - promoverem essa conexão, não apenas de equipamentos, mas de pessoas, sem interdições nem pré-conceitos.

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Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
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sábado, 27 de novembro de 2021

Amor silencioso: curta-metragem sobre as múltiplas formas [inclusivas] de amar




O vídeo acima, Silent Love [Amor silencioso], é um curta-metragem italiano com produção de Codcast Italia Production e direção e roteiro de Giacomo Zanni, que mostra a convivência de um homem e uma mulher durante um longo período de encontros e desencontros em um trem, do amor platônico à declaração por meio de linguagem não verbal, já que ao final se descobre que o jovem não fala.
Uma bela história de amor em seus múltiplos sentidos e do duplo sentido da expressão "amor silencioso", que se manifesta na vida de cada um.
Material que descobri em partes no Tik Tok e que localizei integralmente no YouTube.
Ao final, uma legenda traz uma metáfora para explicar essa sensação: "Love is a train running on endless tracks and it’s going to run you over unexpectedly". [O amor é um trem que corre sobre trilhos sem fim e que vai atropelá-lo inesperadamente.]
Um bom material para tratar de linguagem verbal, não-verbal envolvendo leitura de imagens e escrita criativa.

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sábado, 31 de julho de 2021

"Sentir-se através": curta sobre adolescente sem-teto que conhece homem surdo-cego e desenvolve múltiplas linguagens para se comunicar [Ligando os pontos]




O vídeo acima, Feeling Through, descobri nos vídeos correlatos do YouTube, no canal de curtas-metragens Omeleto. [Recokendo que ativem as legendas e depois a tradução, através dos ícones no canto inferior direito da janela de exibição do mesmo].
O referido audiovisual já teve mais de 4 milhões de visualizações, com direção de Doug Roland, e é um curta que gira em torno da improvável amizade que surge entre "um adolescente sem-teto [que] conhece um homem surdo-cego que muda sua vida para sempre".
O enredo conta esse encontro entre dois mundos e as múltiplas formas de linguagem que se manifestam nessa interação, pouco usual, de um jovem conectado ao seu celular com um homem que não vê nem ouve. Da tentativa de ajudar este a atravessar a rua, se estabelece o primeiro contato, através de uma folha com escritos, depois vão surgindo outros modos de "conversação", como a linguagem das mãos, mais precisamente, da escrita com dedo na palma da mão.
Mais adiante, o jovem chamado Tereek, fecha os olhos, tapa os ouvidos para tentar, de forma empática, entender o que X sente. Um exercício de alteridade, de colocar-se no lugar do outro. Inclusão no sentido amplo do termo...
E o mais interessante desse cruta é saber depois [conforme vídeo documentário, logo a seguir] que o ator que interpreta alguém do surdo-cego é de fato uma pessoa surda-cega, o que pode ser constatato no Documentário "Connecting the Dots" [Ligando os Pontos], justamente sobre o primeiro ator DeafBlind [Surdo-Cego] a estrelar num filme. Recomendo tambpem ativar legendas e depois tradução do YouTube:





Observação:
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José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Mical: curta comovente inspirado na história real de menino de 7 anos com dislexia que conta com a mãe para poder aprender a ler e escrever




O vídeo acima, Mical, é inspirado em história real de menino disléxico de 7 anos, chamado Mike Jones, que tenta entender as palavras mas não consegue, sofrendo bullying dos colegas de escola.
Tudo iniciou em Bristol, Inglaterra, 1977, quando Mike que não conseguia sequer soletrar o nome, daí a expressão Mical, não consegue se relacionar com a turma e escola, por não saberem ter dislexia. Mike chegou a passar por três escolas em um ano, até que sua mãe, Pat, resolve pesquisar e aprender sobre a dislexia, após uma consulta a uma psicológa educacional.
Recomendo, antes de assistir a ativar as legendas e depois a tradução, ns ícones no canto inferior direito da janela de exibição do YouTube.
Com produção Gordon Lewis e direção de Yew Weng Ho, Mical é um curta-metragem dramático e educativo que demonstra como é importante contar com a participação da família na educação dos filhos, além da instrução que é feita pela escola.
Após 2 anos de a mãe de Mike começar a pesquisar numa biblioteca e auxiliar Mike na leitura e escrita, os resultados foram alentadores, tanto que anos depois mãe e filho criaram uma fundação para ajudar a outras crianças e jovens disléxicos no Reino Unido.
O que o comovente curta Mical nos ensina? Que cada um tem seu tempo de aprender. E que todos nós podemos açgo ensinar. Pat Jones nãos e deu por vencida e o amor ao filho a fez criar jogos e métodos pra dislexia, levando em conta a memória visual do filho, que possuía QI de 147.
Mical passou pela seleção oficial do LA Shorts International Film Festival 2020, que se qualifica para o Oscar. Segundo apresentação do audiovisual n YouTube: "[...] este filme premiado foi feito para conscientizar as crianças com dislexia, pois elas não apenas estão sendo reprovadas, mas também sofrendo danos. As pessoas presumem que a dislexia está sendo tratada, mas, na realidade, não está."
Cabe sempre lembrar que toda avaliação pode ser tambpem uma forma de reprovação, não apenas do aluno, mas do próprio sistema de ensino de uma instituição, se esta não se adapta aos desafios a ela impostos. Nem sempre é o aluno que precisa ser inserido num estabelecimento de ensino. Cabe à escola também se incluir no processo de ensino aprendizagem, de forma ampla e irrestrita. Toda avaliação deveria ter também uma autoavaliação.
Abaixo, imagem e página do filme:



www.micalthefilm.com

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

SurdoVlogers: canal de vídeos de Herick Freitas sobre games, humor e cultura surda




O vídeo acima é o trailer de apresentação do SURDOVLOGERS, canal do meu amigo de Facebook
Herick Freitas, de Rio Grande, RS, Brasil.
O SurdoVlogers possui diversos vídeos, desde brincadeiras como não rir com a boca cheia d'água, logo abaixo (legendado e em Libras), que achei divertido e hilário, além de outros vídeos sobre games e a cultura surda.
Muito interessante os recursos de edição utilizados nos vídeos e a forma criativa e divertida de passar informações.



Recomendo o canal, com imagem e link a seguir:

SURDOVLOGERS - CANAL

domingo, 7 de junho de 2020

"O Vírus Malvadão e as Crianças Poderosas": Literatura, Pandemia e Acessibilidade [audiodescrição para cegos e tradução em LIBRAS para surdos]




O vídeo acima O Vírus Malvadão e as Crianças Poderosas, descobri na rede social e trata-se de adaptação do livro de mesmo nome, em audiodescrição e com tradução em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e é destinado ao público infantil, numa forma lúdica e didática de abordar o isolamento social, a pandemia e os cuidados com a higiene pessoal; além da questão da acessibilidade, já que além do material em PDF, o livro foi pensado de forma audiovisual para cegos (audiodescrição) e surdos (tradução em Libras).
A trama é a seguinte: "Em um momento no qual o mundo luta contra a pandemia da covid-19, três crianças descobrem superpoderes que podem ser determinantes para vencer um certo vírus bem malvado".
Uma bela iniciativa do autor, Daniel Cavalcanti Campos, de tornar seu livro mais acessível, conforme a apresentação do vídeo no YouTube: "Agora cegos e surdos também podem conhecer a história das crianças criativas que salvaram o mundo deste terrível vilão. Uma equipe voluntária preparou esta história utilizando a Língua Brasileira do Sinais e a narrativa em Audiodescrição."
O referido livro poderá ser baixado gratuitamente no link para o site, logo abaixo:

O Vírus Malvadão e as Crianças Poderosas (Livro em PDF)

Dados do livro:

Texto e ilustrações: Daniel Cavalcanti Campos (@danielcavalcanticampos) | Narração: Maria de Castro (@mariadashistorias) | Libras: Alane Lobato (@alanelobato) | Audiodescrição: Letícia Sayonara(@leticiasayonara) | Edição áudio-contação/voz vírus: Talita Castro | Voz do biel: Angelo Castro | Edição do vídeo: Erick Henrique | Revisores Leonardo Mendes (português), Raíssa Campos (Espanhol), Gabriel Trigueiro (Inglês).

Recomendo também, outros títulos que constam em pesquisa que efetivei sobre LITERATURA, em sentido amplo, em tempos de pandemia e isolamento social, onde constam livros cuja temática busquei da antiguidade à atualidade, sendo que os livros mais atuais são justamente os de literatura infantil, conforme link abaixo:

Brevíssima História da Literatura em Tempos de Pandemia e Confinamento: vida e arte, textos e contextos [34 títulos de livros, da antiguidade à atualidade]

Outros dois livros que descobri, após publicar esta postagem, e que abordam o Covid-19 de forma lúdica e que são disponibilizados aos interessados, um chama-se "Carta aos meninos e meninas em tempos de COVID-19", que poderá ser baixado AQUI, a partir do preenchimento de formulário. E o outro, denomina-se “Somos heróis – Cuidados para o coronavírus ir embora”, e pode ser conferido AQUI.

Por fim, vejam também lista produzida por mulheres, indicando para mães e filhos diversos títulos de literatura infantil para abordar a pandemia, o isolamento e os cuidados higiênicos neste período:

Livro que explica a pandemia às crianças e outros títulos para ler com elas em casa

domingo, 24 de novembro de 2019

Uma jornada além da visão: diário em áudio sobre a cegueira transforma-se em curta em VR e 360 graus




O vídeo acima, Notes on Blindness: Into Darkness VR experience, descobri nas redes sociais e trata-se trailer de "Diário em áudio sobre perda de visão" que tornou-se filme incrível em realidade virtual, pois o mesmo literalmente "dá vida para histórias relatadas em áudio".
"Notas sobre a Cegueira" (tradução livre do blog) é uma simulação em VR (Realidade Virtual) sobre o cotidiano de uma pessoa cega, o curta conta a história de John Hull "teólogo que ao longo de 16 anos sofreu com uma cegueira degenerativa. A doença o estimulou a registrar um diário em formato de áudio e esse diário virou uma incrível experiência". Em 1983, ele veio a perder a totalmente a visão. Vídeo que demonstra as possibilidades da tecnologia assistiva e da inclusão tecnológica, educacional e social.
Há no final desta postagem um vídeo maior, produzido em 360 graus, intitulado "Notes on Blindness - Into the darkness A VR journey into a world beyond sight" [Notas sobre cegueira - Na escuridão Uma jornada de realidade virtual para um mundo além da visão].
Conforme apresentação do referido vídeo no YouTube: "Cada uma das cenas são de uma memória do teólogo e, a partir do áudio gravado, são inseridos em formato de vídeo, estimulando a imaginação do espectador/ouvinte".
De acordo com Amaury La Burthe, CEO da Audiogaming, uma das empresas responsáveis pelo projeto: “Nós começamos com o material em áudio e a história que John queria que fosse contada. A partir daí nós separamos vários momentos das fitas e tentamos elaborar em situações interativas. Dependendo do quanto você olhar ao redor, mais lenta a história se passará. Se você olhar bastante, nós vamos colocar alguns detalhes a mais”.
Se pensarmos que muitas das inovações tecnológicas integradas a smartphones, smarTVs (touchscreen comando de voz etc), consoles de videogame (sensor de movimento Kinect, por exemplo) e outros equipamentos, foram projetados primeiramente para atender questões do universo da deficiência motora, visual, auditiva, englobando hoje o conceito de tecnologia assistiva, inclusiva.
Inovar nunca me canso de dizer: é transformar algo já existente em alguma coisa nova. E para se incluir alguém é preciso colocar-se no lugar do outro, promover a empatia, a alteridade e a solidariedade.
Recentemente, junto com meus alunos do ensino médio, desenvolvi o projeto multidisciplinar Biblioteca Viva, de visitar locais em que as pessoas possam ser vistos como livros vivos em uma "biblioteca humana" (inspirada em experiência iniciada na Dinamarca em 2000), de não julgar um livro (vivo) apenas pela capa, pelo que ele aparenta.
Notes on Blindness é promover a contação de histórias incorporando elementos tecnológicos para produzir uma áudioteca, seja individual ou coletiva, pública ou privada.

Abaixo, a versão em 360 graus de Notes on Blindness, através do uso das setas direcionais no canto superior esquerda da tela. Não esqueçam também de ativar as legendas e sua tradução, no canto inferior direito da tela.



quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Inclusão e equidade na prática: Jovem skatista com paralisia cerebral pratica o esporte graças a adaptação




O vídeo acima, descobri no Twitter e trata-se de projeto @danielpaniagua_ e o @stevan_pinto que resolveram auxiliar no sonho de @laucpatron e o seu filho João, 7 anos, que tem paralisia cerebral. O menino João tinha vontade de andar de skate e com a ajuda do @skate_anima.
Daniel e Stevan, conforme dados coletados, são: "um fisioterapeuta e um psicólogo, [que] amam skate, e acharam mais que justo que todas as crianças pudessem ter a chance de amar também. Então, inventaram, construíram, acharam um jeito e de lá pra cá realizaram os sonhos de muita gente".
Uma iniciativa que promove a inclusão social através do esporte, e que ilustra bem o conceito de equidade, que é permitir que alguém possa integrar e interagir, respeitando suas limitações e promovendo meios para que as atividades possam ser feitas de forma quase integral.
O menino João, com o equipamento disponibilizado, pode andar de skate, sentido quase todas as sensações do esporte, acompanhado pela mãe. Uma atividade relevante, motivadora e comovente.

sábado, 28 de setembro de 2019

Tamara: curta-metragem de animação sobre o sonho de uma menina surda em ser bailarina




O vídeo acima Tamara foi indicação de Lilian Baungratz de Oliveira, educadora de Santo Augusto (RS), Brasil e trata-se de curta-metragem de animação que aborda o sonho de uma menina surda em ser bailarina.
A animação foi produzido pelo studio House Boat Animation e dirigido por Jason Marino e Craig Kitzmann.
Como declara a matéria do portal Só Escola: "Um sonho inalcançável para algumas pessoas, mas não para a mãe de Tamara, que a incentiva: 'dance para as estrelas, não se acanhe'. O vídeo é bem curto, mas sugere uma quebra de tabu. As pessoas surdas, com o grau de surdez que for, têm potencial para serem o que quiserem! Tudo depende das oportunidades que são oferecidas a elas. A animação mostra como o apoio da família é fundamental para o empoderamento da pessoa com deficiência auditiva".
Superar as limitações que cada um tem é essencial e a família, a escola e a sociedade devem ser parceiros solidários nessas jornadas. A arte e a cultura são elementos integradores que proporcionam trabalhar com a autoestima, com a criatividade, a independência e a cidadania.
Um processo inclusivo requer que o aluno esteja integrado aos demais, promovendo a interação, adaptando espaços e tempos ao fazer pedagógicos, acolhendo e promovendo a emancipação de todos.

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Inclutopia: educadora cria site para diminuir a falta de informação sobre educação inclusiva com minicursos via WhatsApp




O vídeo acima é uma apresentação sobre o site INCLUTOPIA, que descobri via portal RAZÕES PARA ACREDITAR, e trata-se de um espaço virtual criado pela pedagoga Fabiana Leme que possui mais de 20 anos de atuação da rede pública de São Paulo (SP), Brasil e que criou essa ferramenta de interação sobre educação inclusiva para oferecer a professores e pais cursos online e até mesmo via WhatsApp.
O objetivo de Fabiana é "diminuir a falta de informação sobre educação inclusiva".
Como destaca o portal Razões para Acreditar, no Inclutopia encontram-se "dicas de como trabalhar o processo ensino-aprendizagem com alunos com baixa visão, déficit de atenção, dislexia, transtorno de aprendizagem, deficiência intelectual, autismo. Os conteúdos são geralmente textos com orientações e jogos lúdicos". br /> Abaixo, links para acessar o site e seu perfil no Instagram:
br />


INCLUTOPIA - O SITE

INCLUTOPIA NO INSTAGRAM

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Projeto de Química do IFPB produz vídeos para ensinar Atomicidade para Surdos: inclusão e acessibilidade




O vídeo acima Atomicidade para Surdos - MODELO ATÔMICO DE DALTON, trata-se de material integrante do Projeto de Química produz vídeos para ensinar Atomicidade para Surdos e é realizado por servidores e estudantes do IFPB Campus João Pessoa, Paraíba, Brasil.
"Conforme dados extraídos do portal do IFPB, que o Educa Tube Brasil reproduz na íntegra, a seguir:

Promover o ensino inclusivo de Química é a proposta do Projeto Atomicidade para Surdos, que une conhecimentos sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e os conteúdos desenvolvidos na Educação Básica sobre essa ciência. A área de Química ainda carece de metodologias e ferramentas que possibilitem os estudantes surdos terem acesso a assuntos da disciplina.
A ideia surgiu da observação de que o ensino de Química para surdos, por meio da Libras ainda esbarra em algumas dificuldades porque os termos frequentemente utilizados nesta disciplina não possuem seus correspondentes na língua. Outro obstáculo é a falta de material didático adaptado, principalmente porque o número de sinais em Libras específicos para Química é muito reduzido e essa limitação dificulta a comunicação e a construção do conhecimento do aluno surdo.
Participam do projeto os professores de Química Andréa Lira e Anderson Simões; as docentes de Libras Regina Monteiro e Katia Albuquerque; os estudantes Matheus dos Santos (Instrumento musical), Brenda Dantas (Instrumento Musical), Fernanda Amaral (Controle Ambiental); e o técnico administrativo da coordenação de Produção Audiovisual, Marcos Paiva.
A proposta inicial do projeto foi a produção de vídeo-aulas sobre o tema Teorias Atômicas. Os professores de Química que participam do projeto construíram roteiros pedagógicos e as professoras de Libras buscaram e criaram termos específicos da disciplina que não tinham uma sinalização fácil ou adequada em Libras.
Em seguida o material foi gravado pelo servidor da coordenação de Produção Audiovisual do Campus João Pessoa com um estudante surdo, que atuou como interprete de Libras nas gravações. E a vídeo-aula foi editada e finalizada. Confira o material neste link.
A orientadora do projeto, professora Andréa Lira, acredita que os vídeos terão uma boa recepção por parte dos alunos e podem auxiliar os estudantes surdos na preparação para o Enem. Outro benefício, segundo a docente é que o projeto pode 'contagiar outros professores no despertar e desenvolvimento de materiais didáticos voltados para a inclusão', frisou.
O próximo passo do projeto é a produção de vídeo-aulas de outros conteúdos de Química. “O resultado ficou muito bom, o grupo desenvolveu um excelente trabalho, pensado em muitos detalhes e com uma alta qualidade de edição”, ressaltou Andréa ao agradecer os integrantes da equipe do projeto pelo trabalho executado.

Fonte: http://www.ifpb.edu.br/joaopessoa/noticias/2019/04/projeto-de-quimica-produz-videos-para-ensinar-atomicidade-para-surdos

Abaixo, canal de vídeos do IFPB:

Coordenação de Audiovisual IFPB Campus João Pessoa

Vejam também, tema correlato, clicando no link a baixo:

Servidores e estudantes da IFSC produzem revista online para surdos

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Inclusão educacional e social e a dança em cadeira de rodas: ser parte de um todo, ser tratado como todos




O vídeo acima A inclusão é um direito de todos!, que encontrei no Facebook e fala por si só no que se trata da inclusão que é muito mais que a mera interação e adaptação de pessoas com necessidades especiais a um ambiente escolar e social. Incluir é de fato permitir que o outro se sinta parte do todo, como nesse momento mágico, basta ver a alegria no rosto dessa criança dançando em cadeiras de rodas, vestida como os demais e se divertindo como todos.
Ser parte de um todo e ser tratado como todos, respeitando suas peculiaridades. Isso é inclusão. E a arte e a cultura são poderosos aliados nesse processo de unir a escola à sociedade e vice-versa.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Skate como ferramenta de inclusão social e esportiva: tecnologia assistiva, criatividade solidária e adaptação à realidade local




O vídeo acima Prática do skate como ferramenta de inclusão social e esportiva foi indicação do colega e amigo Fernando Luis, músico, poeta e artesão com sucata de Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil e trata-se de belíssima iniciativa e projeto inclusivo de adaptar o skate para o cotidiano de crianças e jovens com deficiência motora possibilitando o princípio da equidade que mais amplo que o da igualdade, pois leva em conta justamente as limitações, tentando equiparar aos demais usuários, com as devidas adaptações.
Um projeto iniciado em Porto Alegre que tem mudado a vida das pessoas com limitações físicas, permitindo a interação e a prática esportiva e cidadã.
São exemplos assim de sensibilidade, acessibilidade, criatividade, originalidade e fraternidade que dão esperanças num futuro melhor para todos. O esporte é também uma linguagem universal e um poderoso elemento de integração.

domingo, 10 de março de 2019

Ciranda inclusiva: menina em cadeira de rodas brinca com suas colegas de escola de forma integrada




O vídeo acima Niña en silla de ruedas juega con sus compañeras de colegio, descobri no Facebook e cmo o próprio título indica, trata-se de uma brincadeira entre crianças de uma escola que são o melhor exemplo do que é a inclusão nessa ciranda em que uma cadeirante é tratada de forma igual.
Um belíssimo jeito de demonstrar como as crianças não discriminam ninguém, e quando o fazem, muitas vezes é por algum pré-conceito incutido por adultos.
Uma bela mensagem de igualdade, inclusão, integração, fraternidade, interação e equidade.