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terça-feira, 3 de novembro de 2026
O que realmente me assusta: Frankenstein sente-se humano apenas no Halloween [provocação filosófica e sociológica sobre a inclusão]
O vídeo Frankenstein - What really scares me [O que realmente me assusta] é um curta-metragem de animação por IA [inteligência artificial] de Simon Weyer [2026], bem criativo e provocador, pois com humor e leveza toca em temas complexos e delicados como inclusão e solidão, a partir da figura do monstro Frankenstein, que não é aceito pelos demais.
Um audiovisual ue pode servir como metáfora para a inclusão em sentido amplo, seja de neurodivergentes, nerds, solitários etc, que não se enquadram no padrão de normalidade da sociedade, e que, por incrível que pareça, no Halloween sentem-se humanos como os demais, pois são aceitos naquele contexto.
Uma dura crítica à sociedade que fala de igualdade, mas não promove a equidade [o equilíbrio], tampouco a inclusão, que muitas vezes se trata apenas de uma interação, já que requer infraestrutura, pessoal especializado, planejamento, adequação de tempo e espaço, tolerância, empatia, alteridade e muito mais.
Ainda que o curta, inspirado no clássico da litertura gótica de Mary Shelley, não tenha essa proposta, eu, como educador, vejo no vídeo um ótimo recurso para promover debate filosófico, sociológico e pedagógico sobre esses temas: inclusão, neurodivergência, solidão, empatia, planejamento escolar, inteligência emocional etc.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2026
O Departamento das Coisas Esquecidas: curta de animação sobre arquivista idoso que cataloga tudo [memória e esquecimento]
Encontrei nos vídeos correlatos do YouTube esse curta-metragem de animação intitulado The Department Of Forgotten Things [O Departamento das Coisas Esquecidas], criado e dirigido por Nicki Rathore, em 2026, utilizando recursos de IA [inteligência artificial]. Um pequeno audiovisual que considero uma preciosidade por destacar a importância da memória diante do esquecimento; ou seja, envovle também inteligência emocional.
O curta mostra a vida do Sr. Fich, um arquivista idoso que segue sua rotina de catalogar, carimbar e armazenar coisas "esquecíveis" por serem consideradas obsoletas, como: materiais esportivos, utensílios antigos e até sensações raras [paciência, privacidade, atenção, empatia, verdade, curiosidade, escuta ...], até que chega a própria humanidade ou o senso de... diante das virtualidades e digitalidades.
Além da ficção, no plano da realidade, memória e esquecimento travam uma grande batalha em tempos digitais que destroem livros raros após sua digitalização. A burocratização da vida, cada vez mais vivida na esfera digital, a falta de conexão humana e tantas outras coisas que estão sendo esquecidas e tornadas esquecíveis: benzedura, tricô e croché, escrita à mão, manufaturas, alfaiataria, corte e costura, giz, elementos culturais, livro físico, contato com a natureza e outras coisas mais...
Lembro-me de postagem que fiz em 2013, neste blog educacional, sobre palestra ao TED "Aprendendo com um movimento pés-descalços, por Bunker Roy", que já tratava disso, de universidade que foi idealizada e fundada por ele [o indiano Bunker Roy], décadas atrás, em Rajasthan, na Índia, segundo ele: "uma escola extraordinária ensina mulheres e homens do meio rural - muitos deles analfabetos - a tornarem-se engenheiros solares, artesãos, dentistas e médicos nas suas próprias aldeias." E mais que isso: preservar o conhecimento de coisas que com o avanço das tecnologias será perdido se não for preservado pela memória e a história.
De acordo com Roy: "os mais extraordinários conhecimentos e habilidades que as pessoas muito pobres têm, que nunca são trazidos ao conhecimento público, que nunca são identificados, respeitados, aplicados em larga escala" e ai pensou em fundar a Universidade dos Pés-Descalços, uma universidade só para os pobres, resgatando e sistematizando este conhecimento popular, e passando a visitar as aldeias mais pobres da Índia". Uma espécie de biblioteca viva do conhecimento humano.
Vejam a referida palestra no link abaixo:
Aprendendo com um movimento pés-descalços, por Bunker Roy (TED)
E você, caro visitante do Educa Tube Brasil, tem alguma memória familiar preservada em algum departamento pessoal de coisas esquecidas, tipo caderno, caixinha, gaveta, como receita culinária da avó; fotos antigas e amareladas em álbuns; livros, revistas e jornais impressos; brinquedos antigos feitos com sucata; maquinário vintage [mimeógrafo, máquina de escrever, câmera analógica] etc? Comente a respeito.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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segunda-feira, 19 de outubro de 2026
Tempestade: quando a arte e a criatividade humanas precisam provar que não são feitas por inteligência artificial #clipe #coreografia
O incrível clipe STORM [Tempestade] do rapper Yung Lean, com direção de Romain Gavras [2026], possui uma coroegrafia tão impressionante que foi acusado por alguns de ter sido produzido por inteligência artificial [IA], por conta da sintonia e sincronia dos dançarinos e essa obra-prima do GENER8ION [trocadilho alfabético e numérico com a expressão Generation], dos 4 minutos e 20 segundos até os 7 minutos e 04 segundos. Um verdadeiro CALEDOSCÓPIO vivo, que parece até ilusão de ótica, mas é pura magia e arte viva.
Para responder a seus detratores, o rapper resolveu reproduzir ao vivo, no VMAs 2026, a genial dança coreografada, sendo um marco para que possamos refletir sobre arte, cultura, autenticidade e simulação, não apenas na dança e na música, mas também no cinema, na literatura e todas as formas de talento humanos, hoje sob suspeita de manipulação digital.
Vejam a seguir o vídeo feito AO VIVO, para comprovar a genialidade da coreografia [a escrita corporal]:
Muitas pessoas têm sido acusadas de usar IA em suas obras, das mais variadas áreas, e nem sempre essas têm a oportunidade de fazer como Yung Lean. Eu mesmo, José Antônio Klaes Roig, editor do blog Educa Tube Brasil, professor de Língua Portuguesa, Literatura e Filosofia, quando jovem, nos anos 80, fiquei em segundo lugar num concurso de redações, e só vim a saber, 20 anos depois, por comentário de uma integrante da banca julgadora, que meu texto foi considerado muito acima do nível de um jovem adolescente, e que, por não ter na época como checar se era plágio, pois não existia Google, fiquei com o prêmio de consolação de 2º lugar.
Ainda não existem formas fidedignas de comprovar que uma obra é produzida por IA, e quantas outras pessoas acabam sendo acusadas de um uso indevido que não fizeram. Somente pelo somatório de obras é que se pode perceber se é simulação ou genialidade. Um professor, um mesre, um capataz, um supervisor, com o tempo, consegue distinguir o talento da mera cópia, sem a necessidade de nenhum aplicativo. Só pela intuição, bom senso e olhar crítico. O brainstorm [a tempestade de ideias] que surge quando um mestre incentiva seus discípulos a exercitarem sua criatividade.
Parabéns a Yung Lean e ao GENER8ION pela concepção e execução de movimentos incríveis e extremamente criativos, frutos de uma inteligência natural.
Em tempo: Após publicar essa postagem, encontrei um video [Storm II] em ângulo mais aberto que demonstra toda a complexidade da apresentaçaõ e a torna mais genial ainda. Vejam a seguir:
Observação:
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terça-feira, 13 de outubro de 2026
Não tenha medo de tentar: como funciona a mente de uma campeã olímpica de 22 anos e sua maturidade emocional #Enem2026
Encontrei um vídeo interessantíssima sobre MATURIDADE EMOCIONAL, no Linkedin de Luã Dias, analisando "Como funciona a mente de uma campeã olímpica de 22 anos", no caso de Eileen Gu [vídeo logo a seguir, shorts], e, em seguida, busquei a referida entrevista na íntegra, no YouTube [logo acima], para se ter umavisão mais ampla da inteligência emocional dessa jovem atleta.
Um vídeo que recomendei aos meus alunos do ensino médio que vão enfrentar o desafio do ENEM - Exame Nacional do Ensino Médio, promovido pelo MEC - Ministério da Educação do Brasil, que além de testar conhecimentos adquiridos, é um teste de resistência física e emocional, e de resiliência social para jovens que buscam continuar seus estudos em universidades públicas. Afinal, mais do que Inteligências Artificiais, é preciso saber lidar com a inteligência emocional diante dos "algoritmos" do mundo real, buscando um planejamento e organização do tempo, automotivação, autoconhecimento e autoestima.
Aproveito também para recomendar a ótima análise de Luã Dias [Linkedin]:
"Quando perguntaram à campeã olímpica Eileen Gu como ela consegue responder com tanta clareza e profundidade sobre qualquer assunto, a resposta dela foi uma verdadeira aula de maturidade mental:
Ela não vive no piloto automático: ela escreve, registra e analisa os seus próprios processos de pensamento.
Ela trata a própria mente como uma cientista: sem drama, sem vitimismo e sem ego.
Ela simplesmente observa um pensamento disfuncional, desmonta a engrenagem e ajusta.
Ela entendeu o princípio básico da autorresponsabilidade: se você pode direcionar o que pensa, você direciona como reage e, portanto, constrói exatamente quem você quer ser.
A maioria das pessoas é refém da própria cabeça.
Um pensamento de insegurança surge, elas acreditam nele como se fosse uma verdade absoluta, reagem no impulso e depois passam dias justificando o próprio descontrole.
Alta performance, liderança e maturidade não significam ter uma mente silenciosa e perfeita.
Significam ter a capacidade de desacelerar, questionar a narrativa que a sua mente está criando e escolher uma resposta consciente.
E a reflexão final dela é o maior parâmetro de sucesso que alguém pode buscar:
O maior troféu da sua vida adulta não é o cargo, o faturamento ou as medalhas.
É construir uma postura tão sólida que a sua versão de 8 anos de idade olharia para você hoje com orgulho e admiração.
Você tem tido maturidade para liderar a sua própria mente ou o passageiro que aceita passivamente qualquer pensamento que surge?"
NÃO TENHA MEDO DE TENTAR, conselho que o Educa Tube Brasil dá a todos àqueles que acreditam em seus sonhos e lutam para realizá-los, a partir do exemplo da jovem campeã Eileen Gu:
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sábado, 1 de agosto de 2026
"Orgulho, Preconceito e Humor": cinema, paródia e inteligência natural em tempos de vídeos ultrarrealistas produzidos por inteligência artificial
O divertidíssimo vídeo, que encontrei no Instagram de Nelly Miss, produtora de conteúdo digital de São Petersburgo, Rússia, é uma paródia do filme Orgulho e Preconceito, adaptado de obra homônima de Jane Austen. Além disso, é uma criativa peça de humor. Apesar falada em russo, a mescla de cenais do filme com imagens do cotidiano, dão um contexto universal à colagem visual, numa genial edição de imagens.
Num tempo em que se confunde todo tipo de vídeo, como sendo gerado pela IA, já que cada vez mais ficam todos ultrarrealistas e de difícil detecção pelo olhar humano, esse pastiche é hilário, pois fica evidente à primeira vista que se trata apenas de algo produzido pela inteligência natural de um cinéfilo, num recorte de cena cinematográfica sobreposta a cena de uma residência simples.
Abaixo, recorte da icônica cena final, de Pride & Prejudice [2005], que aos 4 minutos é possível encontrar a cena original:
Aproveitando o clima de humor, indico a seguir o vídeo que encontrei no material correlato do YouTube, com o sugestivo título de Se orgulho e preconceito fosse brasileiro, com recortes de cenas sobrepostas a áudios da legítima "Sofrência":
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terça-feira, 14 de julho de 2026
Ainda dá tempo? [criativo vídeo feito por IA replicando cena final de "Vingadores: Ultimato" adaptado à vida de Neymar Jr.]
Ainda dá tempo?, criativo e comovente vídeo feito por IA de Nerd Soul, replicando a cenal final de "Vingadores: Ultimato", da Marvel, adaptado à vida e história de Neymar Jr. no futebol; do adulto Ney conversando primeiro com o adolescente, e depois se dirigindo ao eu do passado, a criança iniciante.
É inegável que Neymar Jr. foi um fenômeno, que atingiu o auge da carreira na versão do cabelo arrepiado, quando jogava pelo Barcelona; e, depois, devido a certas escolhas e seguidas lesões, teve sua carreira abreviada sem conseguir os títulos com a seleção nacional de futebol do Brasil, ou com os demais clubes por onde passou, dentre eles PSG, Al-Hilal.
Talvez, também, tenha faltado ao jogador inteligência emocional pra gerir a carreira.
Como viagem no tempo e obra de arte digital, é uma licença poética, e nunca saberemos. Quem sabe, em 2030, daqui a quatros, seja improvável que ele consiga retomar a carreira em alto nível, pois parece faltar autocontrole e maturidade nesse retorno ao futebol brasileiro.
Todavia, num exercício filosófico, cabe imaginar quantos de nós têm esse diálogo entre o eu do presente e o eu do passado, revendo os sonhos que foram realizados e os que se perderam pelo caminho. Quantos de nós já não teve esse pensamento de voltar no tempo e aconselhar a nossa versão criança sobre o que o futuro nos reserva? Uma bela utilização da inteligência artificial, pelo ultrarrealismo das imagens, pela mensagem e pelo apelo universal e atemporal que pode ser utilizado em aulas de filosofia, educação física, arte, inteligência emocional, etc.
Um ótimo audiovisual para tratar de intertextualidade e promover uma dinâmica entre gestores escolares e públicos com sua equipe de trabalho.
Vejam, a seguir, cena original de Vingadores: Ultimato com o Capitão América envelhecido, que inspirou a releitura com Neymar Jr.:
Logo abaixo, a dublagem feita por Gustavo Machado do referido vídeo:
EM TEMPO: Não passou nem 24 horas da viralização do vídeo de IA com as quatro versões de Neymar Jr., e eis que já surgiu um meme a respeito, uma nova releitura, e o perfil Passou Vazado, no Instagram, compartilhou. E é tremendamente hilário:
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sábado, 11 de julho de 2026
Nenhum algoritmo tem biografia: nenhuma IA superará Dostoiévski sem a sua vivência [filosofia, literatura e tecnologia]
O vídeo que intitulei NENHUM ALGORITMO TEM BIOGRAFIA encontrei no instagram de Mateus Salvadori, professor de Filosofia, que compartilha reflexão do professor e escritor Leandro Karnal sobre as relações entre a tecnologia [Claude IA] e a literatura, a partir da vivência de grandes autores como Dostoiévski, Clarice Lispector, Kafka e outros mais.
Entrecruzando essas três áreas [filosofia, literatura e tecnologia] e de fato, a inteligência artificial [IA] simula a partir do acesso ao banco de dados e acervo de algum mestre, mas é incapaz, por si só, sem experiências humanas, criar algo de fato inovador. Como disse alguém na rede social digital: é um gerador automático de lero-lero. O algoritmo vive se sequências lógicas a partir da análise de repetições. Da linguagem de programação para a arte da escrita há mais coisas entre o céu e a terra que possa supor nossa vã tecnologia, incluindo a mais sofiosticada das IAs que possa surgir. Entre ter inteligência e consciência humana, é preciso ter vivência física, emocional, psicológica humanas, e não creio que algoritmos, que são ótimos simuladores [ferramentas], tal qual espelhos, possam atravessar essa quarta parede, que envolve o sentimento e a vida humana. Na ficção científica, máquinas pensam, pensam que pensam, mas poderão sonhar, ainda que sonhos elétricos, como ironizou Phillip K. Dick em Blade Runner?
Ainda é cedo pra predizer ou prever o futuro, já que "O futuro não é mais como era antigamente", frase celebrizada pela banda larga Legião Urbana, na canção Índios, em 1986, ou seja, há quatro décadas. De lá pra á, sei que muita coisa mudou: IA, internet, drones, TVsmart, streaming, wi-fi, 6G, Full HD, etc. Conceitos e equipamentos que, quando muito, existiam na sci-fi e hoje fazem parte do cotidiano de crianças, jovens e adultos. Porém, nesse "Admirável Mundo Novo" de microchips, datacenters, GPS, etc, ainda há um bom espaço para filosofar, poetar, sonhar...
Leandro foi muito "carnal" [desculpem o trocadilho infame] ao dizer que "Nenhum algoritmo tem biografia", justamente pois a história de vida humana é singular, ainda que em ambientes plurais como os familiares, os escolares, os profissionais, os laborais e outros. Nem gêmeos idênticos pensam e agem da mesma forma. Enquanto formos humanos, como nossos defeitos de "fábrica" e nossas qualidades ampliadas no convívio social, teremos uma esperança de não vivermos numa sociedade extremamente robotizada, inclusive nos sentimentos mais carnais, sensoriais e mundanos que nos fazem ser diferentes e divergentes das máquinas: ciúme, paixão, desejo, esperança, contradição, ousadia, coragem, compaixão...
Ouso dizer que nós, euqnaot humanos, simulamos a outros humanos também numa inteligência emocional: filhos imitam pais aprendendo a falar e caminhar; mestres orientais simulam movimentos da natureza em suas artes marciais; gênios de uma época simulam os clássicos, na filosofia, literaturam ciências. O que seria de Aristóteles sem Platão, e deste sem Sócrates, e do pensamento socrático sem beber na fonte dos pré-socráticos ou filósofos da natureza, que levaram esse nome, justamente por aprenderem as leis básicas que regem o mundo e o universo observando a mãe... Natureza [física, química, biologia, matemática são frutos dessas observações e tentativas de simulação, por experimentação].
Enfim, um pequeno vídeo para uma profunda reflexão nas aulas de Filosofia, Literatura, Arte e outras mais, para provocação sobre a imprevisibilidade humana frente a tentativa de previsibilidade das máquinas.
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sábado, 27 de junho de 2026
A cunhada de Van Gogh e as Cartas para Theo: talento nato versus divulgação criativa [História da Arte e do Marketing]
@bagagemvisual #vangogh #historiadaarte #aprendernotiktok #arteexplicada #cunhada ♬ som original - Daniela Viana bagagemvisual
Esse interessante vídeo e resenha crítica que encontrei no perfil Bagagem Visual, no Tik Tok, causou-me uma imediata boa impressão e uma profunda reflexão sobre as relações entre talento natural e maketing, tendo como pano de fundo a vida e a obra de Vincent Van Gogh, e o inestimável papel de sua cunhada no cuidado com seu espólio artístico, preservando-o e promovendo sua divulgação de uma forma criativa e única. Ao invés de promover a obra, primeiro, Johanna, a cunhada de Van Gogh, divulgou em livro suas comoventes cartas trocadas com o irmão Theo, seu maior incentivador.
Theo teve seus méritos na tentativa de divulgação, mas o papel de Johanna, uma professora, nessa estratégia, nem sempre foi reconhecido. Um papel que transformou um pintor desconhecido, num ícone das artes plásticas, elevando tanto o homem como sua obra à eternidade. Algo incrível e emblemático, afinal, nem todo artista sabe ser marqueteiro de sua produção. Muitas vezes é preciso alguém de fora que saiba "vender" o produto de uma forma criativa e original.
Quantos Van Gogh's devem estar por aí, produzindo maravilhas que jamais chegarão ao grande público, e não me refiro apenas às artes plásticas; o esporte, a música, a dança, a literatura, etc, devem ter outros Vincent's criando genialidades que não serão conhecidas, tampouco reconhecidas por não terem essa percepção que Johanna teve, de divulgar o humano antes do gênio.
Um ótimo vídeo, não somente para introdução a uma aula de História da Arte, como pra aulas de sociologia, filosofia, literatura, inteligência emocional.
Já o livro AS CARTAS PARA THÉO, anos atrás, um colega me emprestou para ler e foi uma das leituras mais comoventes e maravilhosas que tive, e recomendo a todo educador, seja pai ou professor, oferecer a seus filhos e alunos. Sugiro também o vídeo a seguir, do canal Mestres da Arte, que trata disso:
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sexta-feira, 19 de junho de 2026
“Não existem mais brasileiros na seleção”: um olhar chinês sobre o "Meu Brasil, não mais brasileiro", no futebol "algorítmico" atual
Viralizou um vídeo de uma chinesa comentando essa frase emblemática: “Não existem mais brasileiros na seleção” que, apesar de apararentemente contraditória, no sentido sintático, tem profunda coerência no sentido semântico, do significado e sentido das palavras, além do que elas nomeiam, ou dizem.
Como não localizei o vídeo original, reproduzo matéria do perfil Mente Empreendedora, no Instagram, que retoma essa frase. [cliquem ou arrastem a janela para acompanhar os desdobramentos da postagem original]
Ampliando o debate, fica evidenciado que a manchete chinesa não tratava da nacionalidade brasileira entre os jogadores da seleção de futebol do Brasil, mas se referia àquilo que representou, por décadas e inúmeros títulos, o futebol praticado por brasileiros: jinga, drible, irreverência, impresivibilidade, criatividade, originalidade. Ser brasileiro, no futebol, era algo único que todos tentavam imitar, mas só os nativos que conseguiam executar, como Garrincha, Pelé, Zico, Sócrates, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo, Ronaldo Fenômeno, etc.
Hoje, as habilidades [soft skills] que tornaram o chamado "futebol arte" uma característica do jogador brasileiro parece que se perdeu, já que muitos, ainda jovens, vão para o exterior e lá recebem "aulas" de tática [hard skills], perdendo em parte sua espontaneidade. Exemplo máximo, supostamente, é o caso do jovem Endrick, na seleção brasileira, durante a Copa do Mundo de 2026. Alguns comentaristas esportivos indicam que o motivo de o jovem talentoso estar sendo barrado pelo treinador Ancelotti é a indisciplina tática, pois não segue as orientações do Carleto, que pede pra voltar pra marcar, que eclama dele improvisar demais e ser imprevisível taticamente falando.
A seleção atual [salvo Neymar Jr., quando estava em condições de jogo, e Vinícius Jr, em lances ocasionais] não dribla mais, não faz jogadas diferenciadas, parecendo robotizada, sem criatividade, previsível, como na estreia do mundial contra o Marrocos, sendo facilmente dominada e não impondo nenhum perigo ao adversário, exceto quando Vini Jr. fez uma jogada individual e típica do legítimo futebol brasileiro, tão desejado e pouco encontrado. Falta também um pouco de inteligência, não apenas tática, mas emocional aos jogadores brasileiros em geral. Mas esse é um papo logo e futuro, que desenvolverei noutra postagem.
Saindo do campo do esporte e trazendo esse tema para os campos da EDUCAÇÃO e do TRABALHO, uma pergunta retórica: Será que não estamos cobrando de alunos e colaboradores atitudes algorítmicas, robotizadas, mecanizadas demais [hard skills] e detrimento das habilidades naturais que já possuem [soft skills]? Será que a tática deve se sobrepor à técnica natural, que o resultado deve ter maior importância que o processo em si, que o rigor ao invés do talento, a repetição ao invés da criação? As IAs [inteligências artificiais] estão aí comprovando o quanto tudo ficou muito parecido, sendo copiado à exaustão por modelos de simulação. E o mais paradoxo disso que, escrever bem, por exemplo, é sinal de utilização de IA, não mais uma característica humana. Será que robôs desplugados, desconectados de uma rede de computadores poderá sonhar, imaginar, criar algo do zero?
Fica aqui essa provocação filosófica, poetica, tecnológica, mercadológica para que RHs, professores, alunos, pais, gestores, seja escolares, públicos ou privadas debatam entre si e com seu público específico.
EM TEMPO: Após postagem, um "insight" percorreu meu ser lírico e fiquei a refletir sobre o que "Matou o autêntico futebol brasileiro" e gostaria de ampliar essa provocação filosófica, sociológica e esportiva. Teria sido o excesso de faltas sobre jogadores habilidoso, como Neymar Jr., que abreviam sua carreira ou atuação nos gramados? Ou seria a conivência com a violência por parte da arbitragem? Seria o "politicamenet correto" levado para os gramados, de não poder "humilhar" com dribles os adversários, que acabam se irritando e agredindo jogadores dribladores, que acabam sendo intimidados pelos chamados "pernas de pau" ou voluntariosos sem talento igual? A falta de campinhos de várzea, parques com campos e quadras para a prática de esportes? O videogame e as redes sociais que afastam os jovens da prática da atividade física em geral e dos esporteds em especial? Ou, como dito anteriormente, jovens talentos indo cedo demais para o exterior e sendo moldados por outro estilo de jogo, totalmente diverso do que aqui era praticado? Algumas dúvidas e poucas certezas para contribuir com a discussão.
Observação:
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sábado, 13 de junho de 2026
Humor inteligente e publicidade: entre a inteligência artificial e a inteligência emocional
Navegando nas redes sociais digitais, encontrei um vídeo que considero publicidade com humor inteligente, envolvendo uma crítica feita à pizzaria que, valendo-se de recursos de inteligência artificial [os gatinhos haters] e de inteligência emocional [rebater as críticas com humor e criatividade], fazem toda a diferença na fidelização da clientela e na captação de novos clientes.
Não se trata apenas de uma jogada de marketing digital, mas uma pequena aula de como usar de forma criativa, divertida e original os recursos digitais e emocionais no convívio com um público, seja ele consumidor ou espectador.
Além disso, serve também pra discutir as funções da linguagem, e dos níveis da linguagem, do sintático [pizzas pra gatos] ao semântico [ironia].
O educador, seja pai ou professor, precisa lidar com essas duas margens do rio da vida: tecnologia e empatia, razão e emoção, criticidade e humor. O humor inteligente é um oásis num deserto de vídeos apelativos, agressivos, anti-éticos que vemos no mundo virtual. Por isso que o Educa Tube Brasil, blog educativo sem fins lucrativos, destaca, nao uma empresa, mas uma ideia interessante e uma abordagem inteligente. Não se trata de "publi" disfarçada, como muitos influencers digitais fazem, pois foge à finalidade deste ambiente virtual de aprendizagem diletante e seu editor é professor e não influencer.
Esta postagem é mais uma provocação filosófica do que mercadológica.
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quinta-feira, 30 de abril de 2026
Final alternativo do filme "Interestelar" feito por IA: proposta de escrita criativa com alunos e Mostra de Cinema estudantil na escola
O vídeo produzido por IA [inteligência artificial] com final alternativo para o filme Interestelar, encontrei no CATAi Portal e é um impressionante exemplo como a edição de imagens por meio de IAs pode, tanto criar maravilhas, como este curta-metragem, como também preocupar diretores, atores, produtores, roteiristas, escritores e artistas em geral, que têm sua produção textual apropriada sem tomar conhecimento dos direitos autorais.
A IA é uma ferramenta, como o foram o cinema, rádio, TV, computador, internet. Entretanto, a ressalva que faço ao uso indiscriminado das IAs é justamente sobre a não proteção do direito autoral e do lucro total pra megacorporações que dominam esses recursos se apropriando de talentos humanos, sem pagar pelo uso devido ou indevido, o que é, por si só, .
Apesar disso, o vídeo em questão me proporcionou um "insight". E se ao invés de usarmos a IA, convidarmos nossos alunos pra imaginarem finais alternativos para filmes, sériados, livros, músicas, usando a IN. Sim, a Inteligência Natural [e emocional] deles, jovens, criando finais alternativos.
Recentemente, numa aula sobre a literatura e cinema, e as formas narrativas de cada uma dessas artes, passei para uma turma de 1º ano do ensino médio o episódio "A fenda", do seriado Amazing Stories, da AppleTV, produzido por Steven Spielberg. Quando encerrou a projeção, muitos alunos pensaram em finais alternativos, na informalidade, e o papo rendeu diversas possibilidades que poderiam ter sido exploradas ao fim do episódio. Cada uma mais criativa que a outra, a partir da perspectiva individual e da bagagem cultural de cada aluno.
E se os professores de língua portuguesa e literatura sugerissem aos seus alunos finais alternativos para diversas obras literárias, inclusive, adaptadas para o cinema, como Dom Casmurro, de Machado de Assis; O retrato de Dorian Gray, de oscar Wilde; A Hora da Estrela, de Clarice Lispector; Grande Sertao:Veredas, de João Guimarães Rosa, Capitães de Areia, de Jorge Amado; Vidas Secas, de Gracialiano Ramos, entre outros clássicos da literatura nacional e mundial? #ficaadica Talvez, os resultados fossem surpreendentes e as aulas se tornassdem mais produtivas, divertidas e atraentes, incluisve, usando recursos de IA para produzir curtas-metragens para apresentação em aula, gerando uma pequena Mostra de Cinema Estudantil de curtas-metragens na escola.
Abaixo, final oficial do filme Interestelar, de Chris Nolan:
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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sexta-feira, 3 de abril de 2026
O filtro, o vídeo viral e a programação mental: metáfora visual e percepção humana #neurociência #psicanálise #inteligenciaemocional
A animação digital "Metáfora Visual e Percepção Humana", que rebatizei de "O filro e a programação mental", encontrei no Instagram de Djessica Surita, especialista em desenvolvimento, e mais que um audiovisual motivacional é um ótimo material para trabalhar outros temas como: inteligência emocional, autoconhecimento, liderança, neurociência, psicanálise, percepção visual, desenvolvimento pessoal e profissional, filosofia, interpretação de textos, criatividade, etc.
Ao vê-lo, pela primeira vez, a questão mencionada do filtro e a realidade, lembrou-me justamente do pensamento filosófico de Immanuel Kant sobre a ideologia, que é uma espécie de filtro, como as lentes coloridas de um óculos que nos fazem ver o mundo conforme a coloração da lente que estamos usando. Por lentes entenda-se princípios religiosos, valores familiares, culturais, profissionais, éticos, morais, etc. Somos o que vemos e vemos a partir do que somos. Ou como diria também Anaïs Nin: "Não vemos as coisas como são: vemos as coisas como somos". De fato: somos o reflexo daquilo que vemos, vivemos e com quem convivemos. Costumo inclusive dizer para colegas e amigos, por exemplo, que "entendo o aluno quando conheço seus pais e/ou responsáveis".
De Anaïs trago outro aforisma que se encaixa com o tema de percepção: "A vida se contrai e se expande proporcionalmente à coragem do indivíduo". Uma frase que tem o contexto social, mas que se encaixa perfeitamente na arquitetura dos videogames [abrindo e fechando fases] e na física quântica e os multiversos. Todos temos, em tese, um "gato de Schrördinger" nos aguardando a cada decisão que tomamos.
Para quem nunca ouviu falar desse experimento mental, ele foi pensado em 1935, pelo físico austríaco Erwin Schrödinger, para ilustrar conceitos envolvendo a mecânica quântica, quando aplicada a objetos macroscópicos. O gato, preso no interior de uma caixa hermeticamente fechada, pode estar tanto vivo como morto, dependendo do olhar do observador para se atribuir algum valor à realidade.
De certa forma, mal comparando, nosso futuro é um gato de Schrördinger aprisionado na caixa encefálica, podendo realizar os sonhos ou não a partir da visão de mundo que tenhamos, da nossa autoestima, inteligência emocional, autocontrole e outras habilidades e competências para ver, observar, interpretar e enxergar o mundo [social, do trabalho, dos estudos...] em suas múltiplas possibilidades e variedades. Somos personagens sociais de um livro vivo [a vida], mas podemos ser também os autores, narradores de nossos caminhos.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
sábado, 7 de março de 2026
A IA e a leitura crítica: 5 estratégias de sala de aula para professores por Jorge Borges [TIC. Educação, Web]
O audiovisual "A IA e a leitura crítica" encontrei, primeiramente no Linkedin do professor Jorge Borges, de Portugal e, em seguida, no seu blog TIC, EDUCAÇÃO, WEB e canal de vídeos no YouTube, de nome semelhante. Um vídeo que, segundo a apresentação, trata-se de 5 estrat´pegias de sala de aula para professores, a partir de guia de Med Kharbach, que "ensina professores a usar IA para promover a leitura crítica. O autor propõe cinco estratégias para detetar vieses, interrogar autores e analisar estratégias retóricas. A IA atua como parceiro cognitivo, auxiliando os alunos a questionar ideias."
Enfim, integrar a IA [inteligência artificial] é como, em tempos passados, se incluiu o computadpor, o prpojetor multiidia, a internet e outros recursos tecnológicos ao fazer pedagógico. Uma aliada, se estiver enquadrada à metodologia e didática do professor, como um recurso a mais pra dinamizar os processos, e não pra robotizar os alunos.
Há que se pensar primeiro a inteligência emocional de educadores e educandos, antes memso de se planejar a inteligência artificial no ambiente escolar. Planejar, organizar, testar, refletir, compartilhar experiências.
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domingo, 1 de março de 2026
E se as personagens dos desenhos animados do passado envelhecessem como os seus fãs? Vídeo viral para reflexão e motivação
A criativa animação, criada por Yusuf Türkmen, produtor de storytellings, indicada pela minha esposa e professora Elisabete Brasil Roig, de Rio Grande, RS, Brasil, que recebeu de sua colega Luciana Kubaski, da mesma cidade. O vídeo viral, em questão, foi concebido, segundo o próprio autor, a partir do uso do aplicativo Syntx AI, e conta a história das personagens dos desenhos animados do passado, que envelheceram como seus fãs, num exercício de alteridade, empatia e solidariedade com os idosos. Antigos rivais, quando jovens, na idade avançada acabam se tornando bons amigos. Cuidado, amizade, solidariedade são algumas palavras-chave desse vídeo viral, motivacional, e que serve a diversas camadas de interpretação entre diversas gerações.
Mais que isso, serve para no modo reverso pensarmos que o que é clássico, por ser universal, torna-se atmeporal, ou seja, jamais envelhece dentro de nós nem para as gerações futuras, seja na animação, no cinema, na litaratura, na arte e cultural em geral.
Um ótimo material audiovisual para promover uma oficina de leitura e interpretação textual de imagens e produção textual a partir de uma escrita criativa, unindo gerações. Afinal, é possível contextualizar as mídias da época da animação original [rádio, jornal e televisão] com as atuais, a própria técnica da animação, com desenhos feitos quadroa quadro por mãos humanas, e hoje por aplicativos de inteligência artificial. Pode-se inclusive tratar de inteligência emocional, psicologia, sociologia e filosofia nesse choque entre gerações e muito mais. Vejam outras personagens abaixo:
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