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sábado, 19 de junho de 2010

A vida intertextual: fantasia e realidade (Na'vis e Pataxós)


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=2MIvbG5u1l0&feature=related


Imagem acima: N'avi do filme Avatar.
http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2009/11/avatar-new-poster-423x600.jpg


Foto: Índia pataxó, no programa Globo Ecologia, exibido em 19/06/2010.

Pandora, do filme Avatar, lembra e muito a aldeia pataxó, no Brasil.
A vida da na'vi remete muito a vida da índia pataxó. Ambos, ficção e realidade se comunicam com questões atuais: meio ambiente, exploração, sustentabilidade, cultura, aculturação, preservação e defesa da terra e dos recursos natuaris, comunidades e minorias que sofreram e/ou sofrem com a violência do opressor, que tanto pode ser o colonizador de 1500 em diante, ou algum fazendeiro e/ou empresário sem essa consciência histórica e social, no sul da Bahia (ou em qualquer parte), no século XX e atualmente.
Essa intertextualidade ocorreu, por acaso - embora, como repita sempre: nada é por acaso, nem mesmo o acaso -, a partir de conversa, em 18/06, com a colega, profª. Eliane Duarte Cunha, do CPA, da EEEF Barão de Cêrro Largo (Rio Grande-RS-Brasil), falando sobre cinema 3D.
Ela comentou que com o filme Avatar, de James Cameron, pode-se trabalhar com diversos temas em sala de aula/vídeo com os alunos: meio ambiente, questão indígena, história, arte e cultura, etc.
Concordo plenamente, tanto que no dia 19/06/2010, de manhã cedo, enquanto aguardava para proferir palestra sobre Tecnologia educacional e ambientes de aprendizagem em rede, aos professores da EMEF Frederico Ernesto Buchholz, em Rio Grande - RS - Brasil, assistia na TV o programa Globo Ecologia, a respeito da história da aldeia indígena pataxó, em Porto Seguro, sul da Bahia, Brasil, quando fiz imediatamente um link com o filme Avatar, por conta das interrelações entre cinema e realidade.
Na verdade, como sempre, é a arte que imita a vida e nem sempre o contrário.
O filme de James Cameron é universal, tanto que várias minorias, como palestinos, já se pintaram de azul para se dizer, de certa forma também na'vis, no que tange a opressão que sofrem, num mundo muito centrado ainda na questão da exploração dos recursos naturais e violência contra povo situados em tais locais, usando da força extrema para conseguir seus objetivos.
O programa Globo Ecologia, veiculado no sábado, dia 19/06/2010, é uma belíssima produção para se trabalhar em conjunto com o filme Avatar, junto ao alunado e até a comunidade escolar em geral.
O programa Globo Ecologia, mostra a luta de três índias da reserva da Jaqueira, em Porto Seguro, sul da Bahia, Brasil, para preservar a terra e a cultura dos pataxós, e da criação em 1998 da Associação Pataxó de Ecoturismo. Os turistas participam de ritual de integração dos índios como o homem branco. Da luta da aldeia, desde sempre para proteger a terra e seus habitantes e também os recursos naturais. Do resgate histórico e cultural.
Unir fantasia e realidade, eis uma grande forma intertextual de passar conteúdo pedagógico, tanto por professores de história, como outros mais...
A vida é intertextual, e o cinema, uma das formas de estabelecer esse diálogo universal...

Observação: Episódios do Programa Globo Ecologia podem ser acessados através do canal Futura, via seu canal virtual, o Futuratec.

"Futuratec, é serviço criado pelo canal Futura para disponibilizar gratuitamente para download boa parte de seu acervo de programas. São cerca de 700 episódios na íntegra, num formato de arquivo que pode ser gravado em disco para exibição em aparelhos de DVD, facilitando o uso educativo para grupos e turmas que nem sempre têm acesso amplo e permanente a computadores com internet.

Estão disponíveis episódios completos de séries como Passagem Para, Ética, Globo Educação, Globo Ecologia, Globo Ciência, Um Pé de Quê?, Chegados, Tempos de Escola, Dom João no Brasil e muitos outros. Estes conteúdos produzidos pelo Canal Futura podem ser ferramentas úteis para o educador."


Lá é possível buscar, baixar, gravar e compartilhar.

Pode ser acessado pelo link abaixo:

FUTURATEC

www.futuratec.org.br

sábado, 4 de julho de 2009

Rede Mocoronga de Comunicação Popular


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=ipJDiU24Gds&feature=player_embedded

O vídeo acima, foi descoberto por mim, através de indicação do twitter da Petrobras (http://twitter.com/blogpetrobras), e trata-se da Rede Mocoronga de Comunicação Popular: da Amazônia para o mundo, que atinge alguns municípios do Amapá - Brasil.
As tecnologias da informação e da comunicação cada vez mais estão integrando as pessoas, dando vez e voz às populações que aspectos geográficos deixam de certa forma isoladas do resto do mundo. Poder alguém de Norte a Sul, Leste a Oeste conhecer experiências como essa, sem o advento da tecnologia seria improvável.
Hoje, graças a internet e aos multimeios em geral, o mundo tornou-se de fato uma imensa "aldeia global" ; "conceito criado pelo sociólogo canadense Marshall McLuhan [1], quer dizer que o progresso tecnológico estava reduzindo todo o planeta à mesma situação que ocorre em uma aldeia. Marshall McLuhan foi o primeiro filósofo das transformações sociais provocadas pela revolução tecnológica do computador e das telecomunicações. Como paradigma da aldeia global, ele elegeu a televisão, um meio de comunicação de massa em nível internacional, que começava a ser integrado via satélite. Esqueceu, no entanto, que as formas de comunicação da aldeia são essencialmente bidirecionais e entre dois indivíduos. Somente agora, com o celular e a internet é que o conceito começa a se concretizar".
McLuhan, segundo Wikipédia, "ficou mundialmente famoso ao publicar o livro 'O meio é a mensagem' - RJ: Ed. Record,1969."
Fonte das citações: "http://pt.wikipedia.org/wiki/Aldeia_global"

Apresentação do vídeo no Blog da Petrobras:

Com internet via satélite no meio da floresta, jovens de 31 comunidades ribeirinhas da Amazônia estão sendo capacitados em comunicação e inclusão digital. Aprendem a produzir e difundir conteúdos audio-visuais, o que os permite afirmar sua cultura, idéias e interagir com outras formas de ver e pensar a própria floresta. Esse projeto está diretamente alinhado ao posicionamento da Petrobras de democratizar o acesso a novas tecnologias e viabilizar a produção de informações de forma plural e descentralizada. Porque informação e liberdade de expressão são direitos básicos e inalienáveis de todo o povo brasileiro.
http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/2009/07/02/da-amazonia-para-o-mundo/

Observação: McLuhan publicou seu livro há exatos 40 anos atrás, quando internet, celular e tantos outros meios estavam restritos ao meio acadêmicos, como pesquisa ou intenção de criação. Daí a relevância de seu trabalho, que nada tem de visionário, mas sim de alguém que percebeu as possibilidades das tecnologias se integrarem ao cotidiano das pessoas. Hoje, qualquer pessoas, graças às TICs em geral, e à internet, em especial, pode não apenas saber tudo sobre o que ocorre no resto do muindo, mas também ser produtor de informação para o resto do mundo, divulgando os mais variados assuntos de sua aldeia particular para a aldeira global.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Pele Verde




Fonte 1: http://www.youtube.com/watch?v=MQ-l3jjK4LQ


Fonte 2: http://www.youtube.com/watch?v=NKfVMS9qfcY


Fonte 3: http://www.youtube.com/watch?v=GGnURGhpAkQ


Fonte 4: http://www.youtube.com/watch?v=wQvGMR3IqT4


Fonte 5: http://www.youtube.com/watch?v=2cB4Hzme-cU


Fonte 6: http://www.youtube.com/watch?v=F_QnHU9xjjk


Fonte 7: http://www.youtube.com/watch?v=qZZ5GUnFaJ8


Fonte 8: http://www.youtube.com/watch?v=u7sNuWwX610


Fonte 9: http://www.youtube.com/watch?v=07Hlm5RVxws


Fonte 10: http://www.youtube.com/watch?v=N_R3b9XdbDs

Esse documentário, descoberto via twitter, é essencial para quem discute a questão ambiental no meio escolar.
Indicado para todas as áreas do ensino e todas as idades.

Pele Verde: A vida na floresta contada por quem vive nela.

Fonte: http://www.peleverde.com.br

Apresentação do documentário no portal:

Pele Verde é um documentário patrocinado pelo Bradesco, com o objetivo de registrar a vida e a cultura de comunidades das unidades de conservação florestal do Amazonas.
O documentário, dirigido pelo cinesta Jorge Bodanzky, teve a participação ativa dos habitantes locais na captação das imagens, nos depoimentos e na escolha dos temas e edicção das imagens.
O acesso à tecnologia por meio de oficinas de cinema deu voz aos caboclos de uma região sob forte pressão socioambiental, mostrando de maneira transparente a luta pela sobrevivência e a conscientização da importância da floresta no combate às mudanças climáticas.


Observação: Documentário feito com apoio da Lei Rouanet de Cultura e autorização do Ministério da Cultura do Brasil (MinC).