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sábado, 28 de agosto de 2021
"A vida é um rio": música, literatura, filosofia e Redação do ENEM em atividade multidisciplinar [clipe, curta e escrita criativa]
O vídeo acima, A Vida é Um Rio, em sua versão acústica, de Raffa Torres, descobri via YouTube e trata-se de um ótimo audiovisual para uma atividade multidisciplinar, envolvendo os conteúdos de Artes, Literatura, Filosofia, Produção Textual e muito mais, com foco na Redação do ENEM.
Multidisciplinar, pois envolve clipe, curta estudantil adaptado de clássico da literatra brasileira, o conto a A Terceira Margem do Rio, de Guimarães Rosa, que tem um componente de existencialismo, uma corrente filosófica que teve em Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir e Albert Camus seus expoentes, e serve tudo junto e misturado, para reflexão, visando a escrita criativa numa Redação para o ENEM, envolvendo justamente esses componentes curriculares, integrados de forma intertextual.
O Rio como metáfora, alegoria e simbologia da própria Vida. A escrita como representação de um pesamento que pode ser abstrato, subjetivo, metafísico, dentro de uma proposta objetiva, direta, concreta que a é a dissertação argumentativa do Enem. Trabalhar com argumentos por convencimento, na questão lógica e concreta; com argumentos persuasivos, trazendo bagagem sociocultural, afetividade, e o próprio existencialismo, dependendo do tema. Podendo-se incluir, inclusive, a Modernidade Líquida, conceito do pensador e sociólogo Zygmuth Bauman.
Abaixo, vídeo escolar adaptado do conto de Guimarães Rosa, além de links para postagens neste blog educacional, tratando de temas correlatos:
Outras postagens relacionadas ao tema:
A terceira margem do rio: criativo curta-metragem escolar inspirado no conto de Guimarães Rosa
"Daddy" [clipe da banda Coldplay] e "A terceira margem do rio" [conto de Guimarães Rosa]: a intertextualidade entre cinema, música e literatura
Abaixo, link para ler o referido conto:
A TERCEIRA MARGEM DO RIO, de João Guimarães Rosa
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Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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sábado, 3 de julho de 2021
Minecraft Classic: versão online e gratuita para jogar no computador simulando mundos idealizados em atividades inter e multidisciplinares
A imagem acima é do MINECRAFT CLASSIC, que é a versão online para rodar no computador desse clássico jogo de construção de ambientes em 3D, e que descobri via Tik Tok essa possibilidade.
Bem interessante pois não precisa baixar nem instalar nada, apenas abri o Google e na guia de pesquisa colocar a expressão: "Minecraft Classic". Depois é só se divertir criando o seu mundo idealizado.
Ótimo para professores e alunos interagirem em algum projeto inter ou multidisciplinar, envolvendo as disciplinas de Geografia, História, Literatura, Matemática etc. Ou seja, uma forma de gamificação na Educação.
Abaixo, link para acesso à versão online e gratuita:
MINECRAFT CLASSIC VIA GOOGLE
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sábado, 27 de março de 2021
Chamada da escola em 2026: uma peça de humor para uma breve reflexão crítica e intertextual, vinculada a algumas cenas emblemáticas do cinema
O vídeo acima, Chamada da escola em 2026, é uma peça de humor, que recebi via WhatsApp, e, como tal, tem que ser interpretada, na associação de nomes de alunos a termos recorrentes na pandemia. Uma brincadeira, eu sei, mas toda obra de humor é algo mais sério do que a primeira vista ou audição imaginamos, pois envolve senso crítico, contextualização, sensibilidade, exposição de situações absurdas em paralelo com situações do cotidiano. Enfim, é uma forma de análise social que se evidencia em memes, piadas, charges, tirinhas, caricaturas, esquetes, tiradas irônicas, sarcásticas etc.
Chaplin, ator e diretor inglês, que criou a personagem Carlitos, o genial vagabundo, fez uma dura crítica o nazismo em seu filme, O Grande Ditador, em um dos discursos mais simbólicos, emblemáticos, poéticos que já vi no cinema, vejam cena a seguir, produzida em 1940, ou seja, mais de 80 anos, continua terrivelmente atual, sob o ponto de vista das relações humanas e sociais, das evoluções tecnológicas e muito mais:
Chaplin apela para o humor, para fazer uma dura crítica ao processo desunamizador da Revolução Industrial em curso, ao seu tempo, no filme Tempos Modernos, de 1936, vide cena logo abaixo:
Ainda no filme Tempos Modernos, Chaplin, em sua comédia de erros, também usa do humor para criticar o sistema social que persegue pessoas por conta de suas opiniões, como o caso de Carlitos pegando uma bandeira caída ao chão, querendo devolver aos seus integrantes e acaba liderando sem saber uma enorme manifestação, e sendo associado pelos policiais a um revolucionário e sendo perseguido pelo seu gesto sem tal intenção:
Inúmeras são as possibilidades do uso do humor, da crítica e da interpretação textual (sejam livros, filmes, letras de músicas etc) no ambiente escolar, dependendo da bagagem cultural de cada professor em diálogo intertextual com o conteúdo curricular que ministra. Mtwrial que pode proporcionar uma aula integrada e interdisciplinar, ou até multidisciplinar, agregando a participação de professores de Linguagens e Humanas, cada qual adequando ao seu componente curricular: geohrafia, história, sociologia, filosofia interagindo com literatura, artes, língua portuguesa, língua estrangeira, educação física etc.
A partir de uma simples peça publicitária, um videoclipe, um curta-mentragem, um fragmento de um livro, um pequeno conto, um meme, uma charge, uma tirinha, uma notícia de jornal, um tweet de rede social ou outro material, é possível promover múltiplas visões de mundo, múltiplas perspectivas, sem contar que promove a integração do conteúdo com as diretrizes da BNCC - Base Nacional Comum Curricular da Educação brasileira. ;-)
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terça-feira, 22 de dezembro de 2020
AEscola Legal: canal de vídeos e portal educacional sobre Educação, Ciências, Sustentabilidade com foco na multi e transversalidade
A imagem acima é do canal de vídeos no YouTube AESCOLA LEGAL que é, segundo a própria apresentação do mesmo: "um esforço coletivo de profissionais interessados em resgatar princípios básicos da Educação e traduzir informações sobre o universo multi e transdisciplinar que a envolve".
Além do canal, possui um portal educacional de mesmo nome, conforme imagem e link abaixo:
AESCOLA LEGAL - SITE
AESCOLA LEGAL - CANAL YOUTUBE
A seguir, vídeo de apresentação do canal AEscolaLegal Conversa, com entrevistas, lives e paineis sobre Ciências, Sustentabilidade, Educação etc.
quarta-feira, 22 de julho de 2020
O Mais Desconhecido: documentário épico reunindo 9 cientistas, cada um explicando ao outro sua área de uma forma poética e filosófica
O vídeo acima, The Most Unknown - Nine Scientists Meet for the First Time / O MAIS DESCONHECIDO: Nove Cientistas Encontram-se Pela Primeira Vez (tradução livre do blog), que assisti no streaming Netflix e encontrei na íntegra no YouTube (ativem legendas e tradução), e trata-se de um monumental, genial e épico documentário, de Ian Cheney, com duração de 132 minutos, que reuniu 9 cientistas das mais variadas e complexas áreas do conhecimento humano para conversar entre si, tipo um revezamento, tentando explicar ao outro um pouco de sua área de pesquisa e atuação, como: microbiologia, neurociências, geobiologia, psicologia cognitiva, física quântica, astrobiologia, astrofísica, físico de partículas e ecobiologia.
Inicia com uma microbiologista conversando com um físico de partículas tentando explicar um ao outro suas áreas, vendo coisas em comum, como o termo "massa escura". Ambos veem o mundo ao seu modo, mas cada qual, em algum momento, precisa valer de recursos da linguística (analogia), da literatura (metáfora) e da filosofia (reflexões abrangentes) para descrever seu campo de atuação de forma inteligível para o outro. Os dois se encontram num laboratório sofisticado, no subsolo, para evitar radiação de prótons e elétrons do universo, fato que me lembrou poesia e filosofia pura a partir dos diálogos entre ambos... Ele, o físico de partículas, diz que estavam num "silêncio cósmico" e ela, a microbiologista, comenta que os cientistas tentam com suas lanternas colocar luz na escuridão. Algo que me fez, de forma intertextual, lembrar automaticamente naquele momento de "Gaia Ciência" e "Assim Falou Zarathustra!", de Friedrich Nietzsche. Pura metáfora, poesia e filosofia que não cessa por aí, e se assim o fizesse, já era fabuloso.
Mas esses "encontros consonantais" entre 9 cientistas segue, sendo que o segundo, recebe um terceiro, uma psicóloga cognitiva que estuda os elementos da consciência que depois irá se revezar com um neurocientista que estuda a autoconsciência, num movimento duplo: interno e externo, que se repete em cada encontro. Quando um astrobiólogo se encontra com um astrofísico, fica mais evidenciado esse diálogo entre quem estuda a terra e os micro-organismos com o que pesquisa o céu, as estrelas e o universo. A analogia entre o espaço, massa escura, logo me remete a questão da neurociências e a massa escura da inconsciência. O astrofísico que estuda a formação das estrelas, troca a noite pelo dia, pois diferente de outras áreas, ele precisa da escuridão do céu, da noite para concluir sue trabalho e o sol, nesse caso, atrapalha... A astrobióloga convida o astrofísico para conhecer uma ilha e um vulcão em erupção, pois pra ela é como ir ao espaço e conhecer um pouco a origem das estrelas. Algo poético e filosófica também. O micro e o macrocosmos estão interligados, como dois espelhos em escalas diferentes.
Com a geobiologia e a ecobiologia acontecem fenômeno semelhante entre esses diálogos quase platônicos, em pleno século XXI. Algo que me remeteu ao livro "O Visível e o Invisível", de Merlau-Ponty, sobre o que vemos e cremos, e sobre o que não enxergamos e é para nós desconhecido, que tem muito a ver com o conceito de "massa escura", "buraco negro" etc. Então, algo fabuloso acontece: os dois cientistas fazem pequena expedição de submarino à escuridão do mar, ao fundo do oceano, como uma pequena cápsula espacial, que me lembras os escritos de Júlio Verne: "20 Mil Léguas Submarinas" e "Da Terra à Lua". Lá no fundo, veem estrelas... mas do mar... A pequena esfera lembra o submarino Nautilus, sem o Capitão Nemo, logicamente.
Mais adiante, surge um físico quântico dizendo que se sente meio que dentro do filme "Intertestelar" e os conceitos da mecânica quântica, de levar luz à escuridão. Seu laboratório o próprio comenta, possui diversas entropias [função de estado cuja variação infinitesimal é igual à razão entre o calor infinitesimal trocado com meio externo e a temperatura absoluta do sistema, vide Wikipedia]. O físico usa câmeras de vácuo e luz, num formato de pêndulo e construiu um relógio atômico mais preciso do mundo para poder calcular a idade do universo. Um incrível laboratório que tem seus dados de pesquisa acessados numa quantidade impressionante, tanto quanto o buscador do Google, com bilhões de acessos diários. O físico diz algo que me remeteu imediatamente às "Confissões" de Santo Agostinho, sobre o paradoxo: "Não sabemos filosoficamente o que é o tempo, mas podemos medi-lo"; o que é algo intertextual com a fala do teólogo da filosofia Patrística: "Que é, pois, o Tempo? Se ninguém me pergunta, eu o sei; mas se me perguntam, e quero explicar, não sei mais nada".
Do mesmo modo, lembrei de "A Máquina do Tempo", de H. G. Wells, enquanto o físico falava de matéria escura, energia escura, buraco negro etc.
A neurocientista faz também esse movimento entre o micro e o macrocosmos ao pesquisar as imagens do cérebro e tratar do tempo psicológico que é bem diverso do tempo cronológico dos relógios atômicos. A neurociência também estuda a percepção do tempo, filmando o cérebro do físico quântico, colocando sensores do tempo em sua cabeça. E lembrei dos "censores" do tempo da ditadura militar e o filme Agentes do tempo. A neurocientista brinca com o físico, ao dizer que o homem que construiu o relógio mais preciso do mundo, não tinha a percepção correta das imagens que lhe colocaram à frente dos olhos, pois não sabia medir, calcular o tempo psicológico. E logo me veio à mente a nave USS Enterprise, comandada pelo capitão Kirk, com apoio do Senhor Spock, Senhor Sulu, Checov, Tenente Uhura, o médico McCoy, o engenheiro Scott e aquela equipe multidisciplinar, que nem os 9 cientista desse fabuloso documentário, indo onde nenhum homem jamais esteve, nessa jornada entre as estrelas do céu e as do mar... Uma jornada do conhecimento cumulativo da Humanidade que fez os humanos chegarem às estrelas e ao interior da terra, dominar os mares, as terras e os ares.
Por fim, aparece a psicóloga cognitiva, falando sobre a cognição humana e um turbilhão de ideias me veio à mente, quando ela vai a uma ilha onde são realizadas pesquisas sobre o conhecimento com primatas, mais especificamente macacos. Lembro primeiro de A Caverna de Platão, em que vemos sombras e não imagens, e isso remete às cavernas reais e ao próprio universo infinito e tão desconhecido ainda, tanto quanto o fundo dos mares. Mas também lembrei de a ilha de José Saramago, em que dizia que para ver a ilha é preciso air da própria ilha. Nesse caso, em sentido inverso: pra pesquisar o conhecimento é preciso ficar ilhado. A ilha dos macacos, em Porto Rico, me lembrou o filme "O Planeta dos Macacos". E a questão que a psicóloga cognitiva fala sobre o ver e o não ver dos macacos, e também os humanos, que influenciam o conhecimento de mundo me trouxe de novo "O Visível e o Invisível", de Merlau-Ponty. A psicóloga diz que ser cientista é lidar com incertezas, pensar de outra forma e dali retornar ao início, fechando o círculo de encontros e revezamentos, ao visitar a microbiologista que iniciou o documentário, e pra variar, lembrei do clássico "O Tempo e o Vento", de Erico Verissimo, que conta a história de uma família e do Estado do Rio Grande do Sul, em tom épico, por duzentos anos, sendo que ao final do mesmo, descobrimos que quem narra a história é a personagem que iniciou contando a história da própria família, um descendente, remontando o quebra-cabeças e árvore genealógica, entrelaçada com a história de seu Estado: o microcosmos e o macrocosmos na literatura. Erico Verissimo se espelha em sua família e estado pra contar essa história num movimento de pêndulo, finalizando a trilogia com sete volumes, com a mesma frase que iniciara aquela epopeia familiar.
Enfim, "The Most Unknown" é um documentário em tons épicos, reunindo 9 cientistas que como num círculo se revezando, um entrevistando o outro, até que o círculo se fecha com o retorno à primeira das entrevistadas, nessa viagem científica entre o tempo e o vento... Mais que isso, esses "diálogos platônicos" nos fazem perceber muitas coisas em comum entre as diversas áreas científicas e elas se expressando muitas vezes por meio de instrumentos literário e filosóficos para poder tornar inteligível a leigos ou para não especialistas na área, que precisam valer-se de figuras de linguagem, por meio de analogias e metáforas. Muitas vezes, lembrei também de Carl Sagan a divulgação e popularização das ciências em geral, com sua série Cosmos e de Jacques Costeau, que formaram meu pensamento juvenil. Essa mistura de ciências com literatura com filosofia, Carl Sagan fez com maestria em sua "O Romance da Ciência" e "O Mundo Assombrado pelos Demônios: A Ciência Vista Como Uma Vela No Escuro" e "Pálido ponto azul: uma visão do futuro da humanidade no espaço" e "Os Dragões do Éden", entre outros livros e programas de TV, nos anos 1970, 80 e 90.
Um documentário que é possível de ser assistido na íntegra, nos links abaixo, na Netflix e no YouTube (ativem legendas e tradução), assim como na janela, no alto desta postagem, em meu blog educacional, e que todo educador - seja pai ou professor - do século XXI e seus filhos e alunos devem assistir, de preferência juntos, para debater ao final as inter-relações, intertextualidades, interdisciplinaridades, interdiscursividades e multidisciplinaridades...
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terça-feira, 21 de abril de 2020
Inter e multidisciplinaridade utilizando arte em sua transversalidade: clipes que parecem curtas
O vídeo acima Birthplace (Local de Nascimento), da banda Novo Amor é bem semelhante a outro clipe, logo a seguir, de Naughty Boy, intitulado Runnin' (Lose It All) [Correndo (perdi tudo), tradução livre], com participação da cantora Beyoncê e de Arrow Benjamin:
O que ambos os clipes têm em comum, além de belíssimas imagens submersas e pessoas correndo e nadando no fundo do mar?
Ambos são videoclipes que possuem uma narrativa visual e podem ser "lidos" como clipes que parece curtas. Mais que isso, ambos são verdadeiras obras de artes, pela questão estética, mas também como produções filosóficas, pela questão ética que trazem em si e provocam no espectador.
Os dois vídeos podem ser utilizados de forma TRANSVERSAL, que transita e atravessa diversas áreas do conhecimento, por conta da questão ARTÍSTICA e AMBIENTAL. Os dois, podem e devem ser pensados como belas formas de introdução de projetos que envolvam arte e educação ambiental, e podem facilmente transitar nas áreas de linguagem, humanas, ciências da natureza, matemática etc.
O primeiro envolve a questão da poluição sobre mares e rios, e o segundo, por conta da relação espelhada entre o homem e a natureza, e a natureza humana consigo mesmo. os encontros e desencontros em quem está na superfície e quem está nas profundezas, desejando vir à tona.
Dois clipes que podem ser analisados pelos aspectos tecnológicos e inovadores que trazem, do ângulo de câmera, da movimentação dos atores embaixo d'água e muito mais.
Dois clipes que podem ser utilizados em produção textual, para leitura e interpretação de imagens e escrita criativa.
Abaixo, segue link para projeto que criei em 2011, que envolve o uso de clipes na produção textual:
Clipes que parecem Curtas - Projeto unindo mídias, literatura e língua portuguesa
E link para vídeo em que explico o referido projeto:
Clipes que parecem Curtas - Projeto unindo mídias, literatura, música e sociedade, no canal EducAção 3D+
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