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sexta-feira, 20 de dezembro de 2019
Impressionante animação que mostra como seria a Terra se todo o gelo derretesse e cena final de filme de sci-fi para reflexão
O vídeo acima How Earth Would Look If All The Ice Melted, trata-se de impressionante animação produzida pelo Business Insider a partir de estudo do National Geographic, que segundo o portal Realidade Simulada, "consultou especialistas para tentar prever o que aconteceria com o planeta caso todo o gelo da Terra derretesse".
O referido vídeo foi indicação do colega e amigo e ex-orientando Albio Fabian Melchioretto professor de Filosofia em Blumenau (SC), Brasil.
Embora tal simulação indique que esse quadro, se vier a ocorrer, será talvez daqui a 5 mil anos, levando em conta os índices de emissão de gases e o aquecimento global atual, há que se prevenir para não remediar, e antes que se chegue a esse ponto, todo o ecossistema planetário será impactado com diversas mudanças climáticas. Já está sendo! Mudanças no clima já estão impactando a produção de alimentos, ocasionando seca e pragas mundo afora, além de ondas de calor e envenenamento dos oceanos, colocando em extinção diversas espécies, segundo estudos.
O vídeo serve como um sinal de alerta para a possibilidade de um futuro sombrio, nada ficcional, caso nada se faça para alterar esse panorama. Se elevar o nível do mar em cerca de 65 metros, muitas cidades e até países ficariam submersos.
Se um dia isso vier a acontecer, aí não é o professor, mas o escritor e poeta que me habitam que imagina, como num filme de ficção científica, como o Planeta dos Macacos (1968), as gerações futuras descobrirem submerso uma estátua gigante de uma mulher, com coroa de pontas na cabeça, uma tocha em uma das mãos e na outra um livro e venham os sobreviventes desse apocalipse ambiental a imaginar que era alguma deusa de um culto pagão de uma civilização perdida, como a Atlântida (vide imagem abaixo da cena final do filme clássico da sci-fi, que impactou minha geração).
Trabalhar com temas transversais, de forma inter e multidisciplinar é necessário em qualquer escola e por todo professor. O print da tela dessa cena final até hoje mexe com minhas memória e imaginário. De como a arte e a cultura podem ser ferramentas de conscientização, de como minhas primeiras noções ambientais foram frutos dos filmes que vi e livros que li. Essa bagagem é essencial para se pensar o presente em diálogo com aquilo que já passou e o que poderá vir. Essa imagem é avassaladora e permite debate e reflexão sobre tema tão preocupante.
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sábado, 30 de agosto de 2014
Pareciam Pássaros...
Pareciam Pássaros, Mas Após Ampliado Não Pude... por videosvirais
O vídeo acima, Pareciam Pássaros encontrei nas redes sociais e é impressionante pela beleza e surpresa das imagens capturadas pelo canal NatGeo TV.
O que inicialmente pode parecer uma revoada de pássaros no azul do céu, na verdade é o salto de milhares de arraias mobula, flagradas em seu "voo" na costa de Baja, Califórnia, EUA.
O incrível poder da natureza de nos surpreender...
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
A Terra Vista do Espaço: documentário do NatGeo (imagens de satélite e animações virtuais)
O vídeo acima A Terra Vista do Espaço, trata-se de ótimo documentário do canal NatGeo, que une "imagens criadas virtualmente, transformando as informações obtidas pelos satélites - apenas espectros visíveis - em animações em alta definição que mostram com todo o detalhe o funcionamento dos processos que mantém a vida em nossa planeta e que são invisíveis".
Um fabuloso material com "imagens verdadeiramente únicas, [que ] exploram os mais profundos mistérios da sua existência, levantando questões e desafiando o que sabíamos sobre os mecanismos da Terra".
O NatGeo uniu esforços com a NASA e com os melhores cientistas do mundo para poder levar a cabo esta incrível jornada, quase épica.
De fato: "Um acontecimento marcante na história da televisão: provocador, surpreendente e incrivelmente belo; nunca mais irá olhar para o mundo da mesma forma". Conforme indica o vídeo, os satélites são os nosso olhos no espaço. E pensando nisso, o Educa Tube Brasil faz um link do documentário do NatGeo com outro vídeo incrível, chamado Como satélites revolucionaram nossa compreensão do nosso planeta (logo abaixo), que justamente como o título indica, demonstra a importância dos estudos obtidos pelos inúmeros satélites em tono do planeta, em suas mais variadas funções:
O vídeo acima, descobri no Twitter, através de indicação do Paper.li de Be Neviani, de Rio Preto, SP, Brasil, que em seu blog Be Neviani, se apresenta como "Deficiente auditiva que anseia por um mundo com closed captions, legendas ..."
O vídeo em questão traz fala do Dr. Michael Freilich, diretor da Divisão de Ciências da Terra da NASA que, através de uma animação digital, mostra a importância dos satélites científicos, seus estudos, pesquisa e projetos que facilitam o cotidiano de milhões de pessoas pelo planeta.
O mundo atual, sem a existência dos satélites, seria impensável nas comunicações (telefonia celular, GPS, televisão, rádio online, internet, meteorologia, agricultura, transportes, que com suas varreduras pela órbita da Terra, tornaram-na literalmente uma "aldeia global".
Medições, análises, avaliações, as tecnologias da comunicação e da informação devem muito aos satélites. O Google Earth, por exemplo, é uma ferramenta que mostra o planeta em todos os seus contornos, todos os seus recantos e é uma ferramenta digital que possibilita o uso didático, seja visitando a Roma antiga, o fundo do mar, a Lua, o Universo e muito mais. Mas tudo ísso só é possível, graças aos satélites artificiais em torno do planeta.
Há também satélites espiões, com fins militares, mas esse é outro assunto...
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
O Menino de 2 Milhões de Anos : Documentário - NatGeo
O vídeo acima, O Menino de 2 Milhões de Anos, trata-se de Documentário do canal NatGeo é uma grande lição de vida e amor ao trabalho, ao mostrar a incrível descoberta feita por Matthew Berger, filho do paleoantropólogo Lee Berger.
Conforme apresentação do vídeo no You Tube:
"Um menino de nove anos faz uma das maiores descobertas arqueológicas da história quando tropeça no esqueleto de dois milhões de anos de um menino pré-humano, jogando tudo que achávamos que sabíamos sobre nossa origem pelos ares. Datado de pouco menos de 2 milhões de anos, a criatura teria vivido em um momento chave, envolto em mistério, na linha do tempo. É uma das maiores lacunas na cronologia evolutiva da humanidade, o momento em que os cientistas acreditam que os hominídeos estavam deixando seus atributos simiescos para trás. Agora, um homem controverso no centro de tudo isso luta por uma nova forma de fazer ciência e prova que o espírito da descoberta ainda vive. À medida que exploramos o mistério de como uma recém descoberta espécie pré-humana viveu e morreu, podemos começar a responder à pergunta de como nos tornamos humanos."
Um ótimo material para professores de história, e educadores em geral, poderem refletir sobre o conhecimento em si, e sobre as verdades absolutas que a própria História, com certas descobertas, tende a reorganizar.
E o mais interessante neste vídeo de 44 minutos é o fato de um menino encontrar o esqueleto de outro menino, este de 2 milhões de anos; de uma criança acompanhar e auxiliar seu pai no trabalho, aprendendo e ensinando; algo que a educação em geral precisa incorporar, de o educador ser aprendiz e o educando às vezes também educador.
E o mais interessante ainda é a postura ética e profissional de Lee Berger, paleoantropologista que após a descoberta, disponibilizou moldes dos fósseis para 74 cientistas, iniciativa inédita na área, e depois para todos que quisessem auxiliar na pesquisa. O conhecimento deve ser universal, e as trocas também.
O chamado astrolopitecus sediba prova que, apesar do conservadorismo de alguns, nada é definitivo, estamos sempre aprendendo e descobrindo coisas novas que vão, ora de encontro, ora no contraponto ao pensamento até então instituído. As características do sediba, com partes modernas e outras primitivas, coloca em cheque a própria visão da evolução. A ponta de um iceberg ainda e ser explorado. Ou como disse um pesquisador: estes fósseis são como âncoras para algo maior.
E o mais curioso de tudo é que os esqueletos foram encontrados perto de uma árvore. Ainda que não seja a árvore da vida, pode-se dizer que trouxe um novo olhar sobre a vida na Terra. E como bem declara Lee Berger, ao final do vídeo, é preciso "ver o mundo com olhos de criança, assim que as grandes descobertas são feitas, por que saímos do nosso caminho". Um conselho que curto, comento e compartilho além das redes sociais, e especificamente para os educadores e seus ambientes educacionais. Ter olhos de observador, manter o seu lado criança vivo, dialogando e dando vez e voz ao alunado, como Lee Berger fez com seu filho, e grandes descobertas podem ser feitas dentro da sala de aula e na comunidade escolar.
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012
7 bilhões: vídeo do National Geographic para debater e refletir sobre a condição humana e a natureza
O vídeo acima, 7 bilhões, do National Geographic, foi indicação via e-mail do professor Robert Betito, do IFRS - Campus Rio Grande, da cidade do Rio Grande, RS, Brasil. [ativem legendas e tradução nos ícones no canto inferior direiot da janela de exibição no YouTube]
Endosso a assertiva de encaminhamento do referido, feita pelo prof. Betito: "Um dos vídeos mais explicativos que já vi, simples, curto e muito preciso, faz muito bem para nossa consciência".
Vejam, revejam, repassem... Pois o vídeo (de 2011) fala por si só... Para refletir os dados postos e o que nos aguarda. A parte mais interessante considero a que fala que apesar da quantidade de pessoas, nascendo mais do que morrendo, o grande problema não é de espaço, pois se reunissem estes 7 bilhões, lado a lado, preencheria apenas o território da cidade de Los Angeles (EUA).
A questão não é tanto espacial, mas social, com a concentração cada vez maior das pessoas na zona urbana, e da criação de megacidades. Para pensar, refletir, debater e divulgar.
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