Mostrando postagens com marcador tecnologia assistiva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tecnologia assistiva. Mostrar todas as postagens

domingo, 16 de março de 2025

A tecnologia em 2040: mais que uma peça de humor, uma breve pausa para reflexão sobre o cotidiano cada vez mais informatizado




O vídeo acima, A tecnologia em 2040, será? é uma peça de humor que encontrei no Instagram de Tudo Sobre IA e serve para uma breve reflexão sobre as diversas tecnologias incorporadas em nosso cotidiano, muitas delas a partir de sensores e comandos, e análise de dados biométricos: voz, fundo do olho, digital etc, e que já estão integrados na maioria dos equipamentos eletrônicos que contêm o conceito SMART [inteligente], seja telefones celulares, TVs, assistentes virtuais [Alexa, Copilot, Siri etc]... E nem precisamos aguardar 2040. Com o avanço das inteligências artificiais integradas aos diversos aparelhos eletrônicos na vida doméstica, escolar, social e profissional, imaginamos que daqui a uma década e meia muita coisa que era apenas ficção científica possa se tornar realidade.
Os pontos positivos são que muitas dessas tecnologias, que inicialmente eram apenas assistivas, pensadas para facilitar a vida de pessoas portadoras de alguma necessidade especial, foram em seguida incorporadas aos ambientes esportivos, de jogos eletrônicos, automobilismo e muito mais, de fato, auxiliando muito na locomoção, interação, comunicação.
Os pontos negativos são que, em alguns casos, aumenta o sedentarismo, a falta de contato humano off line, além de golpes digitais a partir da captura desses dados biométricos.
No vídeo em questão, mostra um jovem que por conta de uma anestesia, são voz não é reconhecida o que dificuldade seu ingresso na própria casa, e dentro dela, no manuseio de diversos equipamentos. Exageros à parte, entendo toda obra de humor, primeiro como uma crítica social, e no caso desse, não foge à regra, de promover a reflexão, inclusive, para os exageros de uma vida totalmente informatizada.
Material audovisual que serve tambpem pra tratar de língua, linguagem, mensagem e outras coisas mais.

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direita desta postagem.

sábado, 4 de março de 2023

Estudante indiana desenvolve sistema de Inteligência Artificial que "traduz" linguagem de sinais para o inglês [inclusão digital e social]




O vídeo acima, Priyanjali Gupta Vellore Institute Technology built AI model, translates sign language to English, descobri no Instagram, no perfil @davision.eth e depois achei no YouTube. Trata-se de iniciativa de Priyanjali Gupta, estudante indiana de 20 anos, cursando Ciências da Computação na "Vellore Institute of Technology", de criar algo inovador de de real valor para o mundo, a partir de provocação/motivação da mãe.
Prianjali, então, passou a desenvolver um sistema de Inteligência Artificial que traduzisse a linguagem de sinais para o inglês, obtendo o sucesso, valendo-se de uma iterface aberta, já existente, chamada de Tensorflow, para captar através de sensores seus movimentos diante da tela, transferindo aqueles dados para um software de IA, que literalmente "lê" os sinais e os decodifica para o inglês, através de legendas.
De acordo com o perfril @davision.eth, Gupta se inspirou em um vídeo produzido pelo cientista Nicholas Renotte sobre detecção de linguagem de sinais em tempo real.
Ainda, conforme a matéria, o invento de Priyanjali dialogo com outra invenção semelhante, dos estudantes Thomas Pryior e Navid Azodi, da Universidade de Washington, que em 2016, criaram uma luva denominada "SignAloud", que traduz liguagens de sinais em áudio e texto, projeto este premiado pelo conceituado MIT - Massachessetts Institute of Technology.
Vendo este vídeo lembrei também do aplicativo HandTalk [Mãos que falam], desenvolvido por jovens brasileiros, em relação a tradução da linguagem de sinais e que foi premiado pela ONU, em 2014, e já destacado neste blog educacional, vide link abaixo:

Hand Talk: aplicativo brasileiro que traduz português para Libras (inclusão social e tecnológica)

Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antonio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil. http://educa-tube.blogspot.com
José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.

terça-feira, 1 de maio de 2018

A arte está em toda parte: Prótese Michelangelo e o diálogo universal e atemporal entre arte, ciência, educação e tecnologia




O vídeo acima Prótese myoelétrica Michelangelo da Otto Bock , descobri na rede social e trata-se de uma criativa e originalíssima invenção que faz um diálogo universal entre a ciência e a arte, a cultura e a educação, tecnologia e a ficção.
A "Prótese myoelétrica Michelangelo da Otto Bock", foi inspirada nas mãos feitas pelo pintor e escultor renascentista Michelangelo Buonarotti e possui "(...) dedos que permitem a coordenação fina e uma precisão exemplar", segundo notícia do portal Amputados Vencedores.
Tenho dito a meus alunos de Literatura que "A Arte está em toda parte" e este invento é uma prova cabal disso, por incorporar aspectos artísticos e culturais ao fazer científico e tecnológico. E não é o único caso. Existem inúmeros. Apenas para citar alguns, cabe lembrar:

- O supercomputador HAL 5000, do filme de Stanley Kubrick, 2001: Uma odisseia no espaço, lançado em 1968 e inspirado no livro homônimo de Arthur C. Clarke, em que o supercomputador que detinha o conceito de inteligência artificial (naquela época, pura ficção científica, em relação a que temos hoje em dia) e que era uma alusão as letras do alfabeto que antecediam à sigla da gigante da computador, a empresa IBM. Não por acaso, atualmente, a IBM tenha uma super inteligência artificial chamada Watson, que aprende sobre arte, cultura etc em convivência com as grandes obras da humanidade...
- Há também a alusão aos mitos clássicos, como Édipo e Electra nos arquétipos freudianos, bem como a moderna psicologia que se vale das personagens dos contos de fada e a literatura infantojuvenil para denominar certas situações, como o Complexo de Cinderela e a Síndrome de Peter Pan, entre outras...
Portanto, a arte, que está em toda parte, é uma linguagem universal e atemporal, desde as inscrições nas cavernas de Lascaux, na França, datadas de mais de 15 mil anos, estão presentes no cotidiano da humanidade. Vez em quando, alguém se apropria das artes para produzir seus inventos e criações.
O professor do século XXI deve pensar em se tornar um arte-educador, por causa dessas múltiplas possibilidades de dialogar com o alunado e a comunidade, por tudo isso que foi exposto e pelo fato de que a atual geração é essencialmente audiovisual, que segue youtubers, gamers, blogueiros, tuiteiros etc.
Para completar esta postagem, segue link abaixo de desafio feito por este blogueiro educacional a sua colega e amiga, professora Andrea Barreto, do blog Dica de Ciências, que também vale-se frequentemente das artes e cultura para refletir sobre educação e tecnologia:

Uma Prótese chamada Michelangelo, no Dica de Ciências

Observação: Posteriormente à publicação desta postagem, encontrei na rede social e no portal Porvir esta notícia que vem ao encontro do tema "Arte em toda parte" e que recomendo a leitura, pois nela a "cineasta May Taherzahed discute como o engajamento de estudantes e professores é capaz de trazer a solução dos problemas que enfrentam juntos":

Como a arte pode reforçar a aprendizagem e as mudanças sociais

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

EAD como alternativa de estudo para pessoas com deficiência, via Canal Futura




O vídeo acima EAD é uma alternativa para pessoas com deficiência, do Jornal Futura, do Canal Futura, como o próprio título indica, destaca a importância de ambientes de educação a distância, que permite o estudo de pessoas portadoras de alguma necessidade especial.
Um bom material para desmistificar a própria EAD, e mostrar a questão da acessibilidade, interatividade.
Graças ao conceito de acessibilidade, muitos recursos do cotidiano, tela touch, teclado virtual, sintetizador de voz, sensores de movimentos, etc foram pensados primeiros na área educação especial e hoje estão incorporados ao ambiente dos jogos eletrônicos, automóveis, telefones celulares etc.
Conforme apresentação do vídeo, no Canal Futura:

"Um curso à distância pode ser uma porta de entrada para a pessoa com deficiência que busca ingressar no mercado de trabalho e precisa de uma especialização. As reservas com relação aos cursos à distância já diminuíram consideravelmente, até porque o número de instituições que oferecem essa modalidade de ensino é cada vez maior. É um fato que a tecnologia é um meio de integração e garantia de acesso à educação, especialmente para pessoas com algum tipo de necessidade especial. Recursos como leitores de tela para pessoas com deficiência visual, intérprete de libras para surdos, por exemplo, facilitam a vida de jovens e adultos que desejam o diploma universitário. Outra coisa é fato: é preciso investir em novas tecnologias e aprimorar a já existente. Aqui no Brasil, rádio, televisão e o sistema de correspondências já foram meios utilizados para se obter diferentes níveis de formação. Hoje o que se fazia em grupos fechados se abriu para o mundo graças à internet. Segundo a Associação Brasileira de Educação à Distância (ABED), o nosso país é o único que acompanha o crescimento do mercado EAD, mas sabe-se que as instituições on line crescem, principalmente no âmbito privado, no mercado norte-americano, por exemplo".

E o conceito de EAD não precisa apenas se restringir a portais institucionais. O blog educacional pode ser um pequeno ambiente de EAD, permitindo que professores e alunos possam interagir de forma restrita entre eles (através da permissão estrita aos integrantes do blog), ou entre professores, alunos e comunidade, seu o conteúdo do blog for disponibilizado do forma aberta, pública, a todos.
Muitos educadores (blogueiros educacionais) tornaram-se direta ou indiretamente, através de seus blogs, formadores à distância, quando publicam suas práticas escolares, suas reflexões e interagem com seus visitantes. E o blog, por ser de simples uso e manutenção, permite essa interação entre escola e sociedade.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Tecnologia vestível: Óculos para pessoas com deficiência visual que mapeia e descreve o ambiente




O vídeo acima Brasileiro cria óculos para pessoas com deficiência visual que mapeia e descreve o ambiente, como o próprio título indica é projeto de Wallace Ugulino que "desenvolveu o dispositivo em sua tese de doutorado na PUC-Rio. Equipamento mapeia o ambiente e indica pontos de referência por meio do som e de vibrações emitidas por um cinto e uma luva. Ferramenta é testada por alunos do Instituto Benjamin Constant" e possui parceria de Hugo Fuks.
Interessante a sobreposição de situações sem o equipamento e com ele, o que auxilia ao cego para o que chama de "obtenção de mapa mental", ou seja, que o deficiente visual possa elaborar de fato um mapa do que tem ao redor, para de fato vencer os limites.
Lembrando que muito da chamada tecnologia assistiva, pensada inicialmente para portadores de necessidades especiais, cegos, surdos, com problemas de coordenação motora etc, acabou sendo integrada à sociedade como um todo como a tela de toque, o teclado virtual (hoje em todos os telefones e smartphones), o sensor de movimento, etc.
O óculos em questão, como a descrição do próprio vídeo indica, no blog do Estadão, traz a informação de que:

"Classificado como ‘wearable technology’ (tecnologia vestível), o equipamento transmite dados sobre locais mapeados, indica pontos de referência e facilita o reconhecimento de ambientes ao fornecer informações por um alto-falante e também por vibrações emitidas por um cinto e uma luva. A ferramenta está em fase de testes, feitos por alunos do Instituto Benjamin Constant, no Rio de Janeiro".
Conforme explica Ugulino: “Na fase inicial da pesquisa, a programação foi restrita a ambientes internos, o que possibilitou testar a funcionalidade dos dispositivos com mais segurança para os voluntários. A experiência no instituto consistiu em propor duas tarefas aos estudantes, que deveriam indicar em qual área do prédio estavam localizados o museu e a estátua de Dom Pedro II. Ao caminharem pelos corredores, as vibrações emitidas pelos cintos e luvas indicavam que os usuários estavam passando por pontos de referência e os óculos forneciam informações verbalizadas sobre o ponto de referência encontrado, seja ela uma porta ou um objeto no caminho”.

Para maiores informações, basta clicar no link abaixo:

Brasileiro cria óculos para pessoas com deficiência visual que mapeia e descreve o ambiente

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Acessibilidade: Pesquisadores criam tablet em Braille para levar texto e imagens a deficientes visuais




O vídeo acima Refreshable Braille Device | MconneX | MichEpedia (ativem as legendas e a tradução nos recursos no canto inferior direito da janela do referido), descobri na rede social, através do portal Gizmodo, e trata-se de tablet com display em braille que permite que deficientes visuais possam ler textos e imagens, devido a interessante técnica.
Conforme portal Gizmodo: "Pesquisadores da Faculdade de Engenharia e da Faculdade de Música, Teatro e Dança da Universidade de Michigan criaram uma nova forma de criar os pontos para aparelhos desse tipo. Ela usa um sistema pneumático para formar as letras em Braille — são pequenas bolhas preenchidas com ar ou fluídos".
Sempre bom lembrar que equipamento criados visando inicialmente a acessibilidade de pessoas com deficiência, depois de algum tempo, a chamada tecnologia assistiva, passou a ser incorporada ao cotidiano de todos. Vide touch screen (tela sensível ao toque), teclado virtual, display interativo, sensor de movimento etc. Provavelmente o moderno smartphone não tivesse todos esses recursos, não houvesse pesquisas relacionadas à acessibilidade.
Para saber mais sobre o tablet em braille, recomendo clicar no link abaixo:

Pesquisadores criam tablet em Braille para levar texto e imagens a deficientes visuais, via Gizmodo

terça-feira, 13 de outubro de 2015

CineMagine: Projeto que busca levar a experiência do cinema aos deficientes visuais




O vídeo acima, é do CineMagine, que descobri no MSN Notícias, e trata-se de projeto que busca levar experiência do cinema aos deficientes visuais, em algumas capitais brasileiras.
Conforme o MSN Notícias: "Utilizando a tecnologia 4DX, o projeto estimula os outros sentidos dos espectadores com assentos vibratórios, água borrifada, áudio cristalino e rajadas de vento"; elementos dos cinemas 4, 5 e 6D, direcionados a videntes, mas adaptados a pessoas cegas.
Em princípio, são duas histórias, "Um Pato no País das Maluquices" e "A Corrida dos Cangurus", que precisaram dessa adaptação da gravação e sincronização entre o áudio e os efeitos disponibilizados ao público diferenciado.
Mais um exemplo de uso da tecnologia com enfoque assistivo, inclusivo e social, para levar a todos os públicos a magia do cinema.
E o mais interessante é que os deficientes visuais tem entrada franca "e toda a renda é revertida para instituições que ajudam a causa".
É como a experiência da leitura de um livro, em que o leitor precisa imaginar cenários, personagens, vestuário, etc, só que desta feita, com sensações táteis e narrativa auditiva. Uma leitura em voz alta, especialíssima para incentivar a imaginação.
Por enquanto, a iniciativa da Rede Cinépolis, com apoio da agência Mirum, passou por Fortaleza, Brasília e Curitiba.
Para maiores informações, visitem a página do projeto no Facebook, no link abaixo:



CineMagine - Página no Facebook

Em tempo: Posterior a esta postagem, lembrei de outra com tema similar, que inspirou o filme VERMELHO COMO O CÉU, que conta a história real de um menino que fica cego, e internado em uma escola religiosa para cegos, acaba criando histórias sonoras com seus colegas também cegos, e tornando-se posteriormente um dos maiores sonoplastas do premiadíssimo cinema italiano. Vejam link para a referida postagem, a seguir:

VERMELHO COMO O CÉU - CINEMA E EDUCAÇÃO

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Portador de paralisia cerebral, inventa teclado interativo em projeto para curso de ciência da computação


#TIX

Posted by Revista FisioBrasil on Terça, 12 de maio de 2015


O vídeo acima da Revista FisioBrasil, descobri no Facebook e é um material motivador, sobre a vida de Gleisinho, jovem que devido a problemas no parto, nasceu com paralisia cerebral que comprometeu irreversivelmente sua coordenação motora fina, a fala e o equilíbrio do corpo.
Mesmo assim, Gleison não desistiu dos desafios e limitações que a vida e foi estudar na escola da APAE, depois em escola regular, logo indo para faculdade, concluindo o curso de Ciência da Computação, onde desevolveu o projeto que lhe permitiu criar teclado interativo iconográfico combinatório.
Exemplo de que por maiores que sejam as limitações, nada impede a aprendizagem, se houver persistência, dedicação e também apoio familiar, escolar e social.
Tecnologia assistiva e social, pensada por alguém que vivencia e sabe melhor que qualquer um a sua necessidade.
Inclusão digital, educacional e social, enquanto sujeito e agente da própria inclusão.

sábado, 9 de maio de 2015

Mães 3D: Graças à impressão, grávidas deficientes visuais podem “sentir” o ultrassom do filho




O vídeo acima Huggies Apresenta: Conhecendo Murilo, descobri visitando o portal ZUPI e trata-se de criativa publicadade de empresa de produtos para bebês, que mostra como, graças à impressão 3D, é possível que mães deficientes visuais possam "ver", sentir seus filhos, tocando no modelo tridimensional do exame de ultrassom. Uma das maravilhas da tecnologia atual, que faz a ficção científica tornar-se mera antecipação do futuro.
Conforme notícia, Tatiana Guerra, grávida aos 30 anos, mas é cega desde os 17, achou que jamais poderia "ver" seu filho Murilo. Entretanto, "Graças à marca de fraldas Huggies e à tecnologia de impressão 3D, ela foi capaz de sentir cada detalhe do rosto do bebê vivendo dentro de sua barriga". Algo comovente e alentador que tornou Tatiane em uma Mãe 3D, além das três dimensões da dádiva, da dor e da dedicação... Toda mãe é 3D, dia a dia a dia...
Ainda, segundo a notícia: "De surpresa, os médicos da mãe e do filho imprimiram o ultrassom de Murilo numa impressora 3D e o entregaram à Tatiana – que havia previamente contado de suas expectativas e desejos para o neném que está por vir. A reação dela é muito emocionante. A ação faz parte de uma série da marca de fraldas Huggies para o dia das mães – e conta com outros vídeos de mais mães deficientes visuais tendo essa mesma oportunidade".
Unir tecnologia e sociedade, um dos grandes desafios da sociedade. Dar sentido social às tecnologias, em todos os ambientes de interrelações, seja família, escola, comunidade, outro desafio para este século XXI, e os educadores, sejam pais ou professores, deverão ser esse primeiro contato com as crianças e os jovens, que serão aqueles que viverão em nosso futuro, e que poderão mudar um dia esta sociedade tão individualista e consumista em que vivemos. Utopia? Sim! Mas até então, impressora 3D e vídeos como este acima, eram apenas fruto de uma boa ficção científica, e nada mais.

quarta-feira, 4 de março de 2015

"Seja Meus Olhos - Empreste seus olhos para o cego": aplicativo de inclusão social


Be My Eyes - helping blind see from Be My Eyes on Vimeo.


O vídeo acima Be My Eyes - Helping Blind See (Seja Meus Olhos - Ajudando um cego a ver), descobri na rede social e trata-se de ótimo aplicativo, que como o nome indica, auxilia a pessoas com deficiência visual a poderem se situar, ler e conhecer locais, por conta de ajuda à distância de amigos, via smartphone. Torna o celular em guia e leitor eletrônico.
Uma criativa ideia de tornar a tecnologia da telefonia móvel como agente de inclusão social.
E o mais interessante é que o aplicativo está disponível para download gratuito para iPhones, via iTunes, conforme link abaixo:

Be My Eyes - Helping Blind See (download free)

Uma bela iniciativa de solidariedade e cooperação, conectando pessoas via tecnologia, em que faz de alguém distante - no espaço físico, mas próximo via mundo virtual - os olhos de quem não pode enxergar.
Para saber mais sobre o app Be My Eyes, acessem os link abaixo:

BE MY EYES - PORTAL


Conforme apresentação do vídeo a seguir, Be My Eyes - Lend your eyes to the blind (Seja Meus Olhos - Empreste seus olhos para o cego), no Vimeo: "Seja os olhos para uma pessoa cega que necessita de ajuda remotamente, através de uma conexão de vídeo ao vivo, se você é cego e for avistado ou ser assistido pela rede de usuários com visão".

Be My Eyes from Be My Eyes on Vimeo.


Abaixo, endereço para seguir informações sobre o aplicativo nas redes sociais:

facebook.com/bemyeyes.org
twitter.com/bemyeyes

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Braigo: impressora braille feita com peças Lego, criada por jovem de apenas 13 anos



O vídeo acima, sobre um jovem inventor, descobri na página do Facebook da Intel, famosa empresa de processadores para computadores, que destaca as ideias e projetos de "Shubham Banerjee (...) um menino de 13 anos criador da Braigo, uma impressora braille usando peças de Lego e o chip Edison da Intel. Ele irá na Campus Party BR 2015, dia 04/02, às 14h30 dar uma palestra a todos os campuseiros!
Shubham, em apenas 2 minutos dá seu recado universal. Sua mensagem é simples, direta, objetiva e motivadora: que devemos ser menos individualistas e mais colaborativos, pois o mundo é muito menor por causa da internet, e que compartilhar ideias é essencial. Mais ainda, ter esse pensamento social, no enfoque das tecnologias, seja na educação ou na sociedade, como ele mesmo fez, vendo um folheto sobre deficiência visual e pensando em como poderia saber mais sobre o tema e pensar alguma invenção que beneficiasse quem necessita.
O Educa Tube Brasil, há tempos declara que o futuro, não apenas da educação, mas da sociedade é justamente este de compartilhar dúvidas e certezas em rede, sejam redes sociais digitais ou não. O trabalho de Shubham nos indica que o caminho é este, e que os jovens podem não apenas serem motivados, mas grandes motivadores dessas experiências, se lhes forem dados meios, condições, apoio, divulgação. Diálogo entre gerações é um dos meios de promover estas interações, e a tecnologia o meio, e não a finalidade em si, de atingir esses objetivos, tornando o particular e local em universal.

.

sábado, 23 de agosto de 2014

Hand Talk: aplicativo brasileiro que traduz português para Libras (inclusão social e tecnológica)




O vídeo acima Hand Talk (Mãos que falam) trata-se de aplicativo "gratuito que realiza a tradução do português para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) facilitando a comunicação de surdos com ouvintes, Por meio de um avatar, que funciona como intérprete, a ferramenta traduz informações em forma de texto, imagem e áudio para a Libras" e me foi indicado via Facebook pelo colega e amigo Alexsandro Oliveira, educador e advogado de Rio Grande, RS, Brasil.
Hand Tak (www.handtalk.com.br) foi "criado por uma startup homônima de Maceió (AL), [e] o aplicativo brasileiro foi reconhecido pela ONU como o melhor app de inclusão social do mundo".
Conforme apresentação: "Por meio de um avatar, que funciona como intérprete, a ferramenta traduz informações em forma de texto, imagem e áudio para a Libras".
E pode ser baixado gratuitamente no link abaixo:



HAND TALK - DOWNLOAD

De fato, tecnologia assistiva, tecnologia com enfoque social que: "Além de auxiliar a comunidade surda na comunicação através da tradução para a LIBRAS, o app também ensina você a aprender novos sinais!"
Leiam também notícia abaixo sobre o Hand Talk:

Jovens desenvolvem tecnologias para acessibilidade - Portal Porvir

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Uma Lenda Cega: "Vídeogame sem vídeo" cria "universo" auditivo para cegos (tecnologia inclusiva e social)





O vídeo acima, descobri no Twitter e trata-se de apresentação de A Blind Legend (Uma Lenda Cega), um "Vídeogame sem vídeo", que cria "universo" imersivo e auditivo para cegos.
Imagine alguém que não enxerga poder jogar, imaginando cenários, personagens, histórias apenas com sons e narrativas auditivas. Uma grande experiência imersiva de inclusão, graças a tecnologia com foco social.
Conforme notícia do portal R7:

"Na França, o jogo A Blind Legend ("Uma Lenda Cega") acabou de ser lançado após uma campanha de arrecadação por crowdfunding que obteve 40 mil euros (cerca de R$ 120 mil).
O jogo é rodado em computadores ou aparelhos móveis, sem nenhum gráfico. O jogador usa exclusivamente a audição para se orientar pelo cenário imaginário.
O criador do jogo, Nordine Ghachi, disse à BBC que o objetivo era colocar os gamers cegos e deficientes no mesmo patamar de qualidade dos gamers com visão"
.

Ainda conforme a notícia e a inclusão que promove através dos jogos:

"A Blind Legend conta a história de um cavaleiro que perdeu sua visão e precisa atravessar uma floresta para libertar sua mulher de sequestradores violentos.
O personagem é controlado pelo toque na tela do aparelho móvel ou por mouse, em um computador. Movimentos bruscos com os dedos simulam o uso de uma espada. A tela fica sem nenhuma imagem o tempo todo.
— É preciso usar fones de ouvido para obter a melhor experiência. É possível ouvir tudo ao redor: os barulhos da floresta, os pássaros voando no céu, o rio fluindo. O herói também é auxiliado por sua filha. Você usa a sua própria imaginação para criar seus próprios efeitos.
Após vários testes com usuários, o jogo recebeu o apoio de instituições como a Valentin Haüy, que auxilia pessoas com deficiência.
A Blind Legend tenta aperfeiçoar um gênero que ganhou força em 2010 com o jogo Papa Sangre, do estúdio britânico Somethin' Else. O jogo de suspense exclusivamente em áudio fez tanto sucesso que teve várias sequências.
Para Robin Spinks, do Real Instituto Britânico de Pessoas Cegas, o mercado potencial para esses jogos é gigantesco – engloba mais de 285 milhões de pessoas em todo o mundo.
— É maravilhosamente inclusivo. A maior parte dos cegos está excluído de games. Esse tipo de jogo estabelece um novo patamar para outros estúdios.
Nathan Edge, um jovem britânico de 20 anos com deficiência visual, diz estar feliz que este mercado esteja sendo ocupado por produtores independentes.
No passado, ele chegou a escrever cartas para os grandes produtores de games manifestando sua frustração, mas nunca foi atendido. Nathan diz que a experiência de isolamento de cegos pode ser muito frustrante.
— É um mundo que nos isola demais, às vezes. Você quer fazer o que as outras pessoas estão fazendo e jogar o que elas jogam, para poder falar com os amigos.
O jogo estará disponível para downloads gratuitos em inglês e francês no iTunes no ano que vem".


Abaixo, link para versão demonstrativa do mesmo (para download gratuito):

A BLIND LEGEND

Algo que me lembra o filme Vermelho como o céu, inspirado em fato real, de um menino que mesmo cego tornou-se sonoplasta do cinema italiano, vide link abaixo:

VERMELHO COMO O CÉU ( CinEducação)

terça-feira, 4 de março de 2014

Anel Inteligente: leitor manual de livros impressos e digitais para cegos

FingerReader - Wearable Text-Reading Device from Fluid Interfaces on Vimeo.



O vídeo acima Finger Reader (Dedo Leitor), trata-se de um anel inteligente que lê livros impressos e digitais em tempo real para cegos (que não usem braille). Uma eficaz tecnologia social, ainda em fase de protótipo, desenvolvido por pesquisadores do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussets).
De fácil utilização, como demonstra o vídeo acima, como bem apresenta o portal The Secret: "FingerReader (algo como: dedo leitor), basta apontá-lo para um livro ou leitor de e-book, como o Kindle, que o anel scanneia todo o espaço ao redor e lê em voz alta, em tempo real e, se o usuário quiser, ele faz a tradução simultânea do conteúdo. O produto ainda vibra quando chega ao final e começo de uma linha, e possui um algoritmo capaz de detectar se o usuário se afastou da linha base do texto, ajudando a manter um movimento de scanneamento em linha reta".
Mais uma das inúmeras possibilidades das tecnologias assistivas, que um dia poderão ser incorporadas ao cotidiano escolar e social.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

A superação dos limites através do esporte, da tecnologia e da educação: Pai e filho no Ironman



O vídeo acima, Pai e filho no Ironman, trata-se da comovente e emocionante vida de Dick & Rick Hoyt: pai e filho unidos pelo esporte e pela educação. Dick, ex-militar, abandonado pela esposa e pai de um jovem com paralisia cerebral, Rick. O pai um dia percebendo que o filho reagia a imagens de esporte, resolveu realizar o desejo deste e se preparar para disputar o Ironman, uma das provas mais difíceis do atletismo por envolver provas de natação, ciclismo e corrida.
Um exemplo de superação, uma super ação de um pai com seu filho, e que lembra slogan de comercial: "Não basta ser pai, tem que participar..."
Pai e filho se comunicavam através do computador, em que Rick escrevia frases com movimentos da cabeça e o sensor convertia em caracteres que eram lidos por sintetizador de voz. Muitos dos avanços tecnológicos de hoje - Kinect, por exemplo -, foram pensados e desenvolvidos a partir de estudos para a educação especial e atualmente fazem parte do cotidiano de todos nós...
Apesar disto, há ainda muito desconhecimento que gera o preconceito e a discriminação, inclusive por parte de pais de pessoas com deficiência, como bem relata Dick, na reportagem abaixo, pois quando iniciou esta jornada, recebeu diversas cartas, e-mails e comentários de outros pais dizem que era exibicionismo dele usar o filho em algo tão desgastante como o triatlo. Esqueceram estes detratores de saber que Dick não sabia nadar e se mudou para uma casa perto de um lago para praticar; que todo o material esportivo para natação, corrida e ciclismo foi desenvolvido para este desafio, por ser algo inédito; sem falar que todo o esforço de Dick de carregar o filho pesando cerca de 50 kg, seja nadando, pedalando ou correndo, por si só, já era algo sobre-humano, ainda mais se tratando de triatlo, uma das provas mais desgastantes e desafiadoras do esporte.
O desconhecimento, seja do que for, gera o preconceito e a intolerância.
Apesar de tudo, pai e filho continuaram a competir em centenas de desafios similares, sendo motivadores de outros esportistas. E o mais curioso e relevante de tudo: jamais abandonaram uma prova sequer, e jamais chegaram em último. Quase em último, jamais em último, disse Dick com um sorriso de satisfação e orgulho.
E o mais alentador de tudo, Rick formou-se em Educação Especial pela Universidade de Boston e Dick escreveu livro e criou uma fundação para ajudar outras crianças e jovens com paralisia cerebral. Esporte e educação, uma união estável, duradouro, que deveria ser incentivada em todas as idades e para todas as pessoas, deficientes ou não... Afinal, todos temos alguma deficiência e alguma aptidão, basta ter um educador (seja pai ou professor, ou ambos) que incentive a descoberta deste talento nato.
Pai e filho jamais se separaram nas competições. Diante das marcas obtidas pelo pai, ainda mais se levado em conta carregar o peso do filho, foi convidado para competir sozinho, mas ele se recusou. Disse que era uma equipe, o time Hoyt. Um exemplo de vida que muitos pais que desistem diante de desafios bem menores, deveriam conhecer, refletir, se motivar...
A vida continua, ainda que o corpo - mera embalagem do viver - não acompanhe o ritmo de nossa alma... NO caso de Rick, a alma é livre em um corpo aprisionado... E nem por isso impediu de realizar seus sonhos de praticar esportes e estudar, graças ao empenho, dedicação e amor de seu pai tri-atleta, Ironman (Homem de Ferro), um quase super-heroi.
Vejam abaixo a reportagem completa (2011) sobre a superação dos limites de pai e filho, através do esporte e da educação: