terça-feira, 3 de novembro de 2026
O que realmente me assusta: Frankenstein sente-se humano apenas no Halloween [provocação filosófica e sociológica sobre a inclusão]
O vídeo Frankenstein - What really scares me [O que realmente me assusta] é um curta-metragem de animação por IA [inteligência artificial] de Simon Weyer [2026], bem criativo e provocador, pois com humor e leveza toca em temas complexos e delicados como inclusão e solidão, a partir da figura do monstro Frankenstein, que não é aceito pelos demais.
Um audiovisual ue pode servir como metáfora para a inclusão em sentido amplo, seja de neurodivergentes, nerds, solitários etc, que não se enquadram no padrão de normalidade da sociedade, e que, por incrível que pareça, no Halloween sentem-se humanos como os demais, pois são aceitos naquele contexto.
Uma dura crítica à sociedade que fala de igualdade, mas não promove a equidade [o equilíbrio], tampouco a inclusão, que muitas vezes se trata apenas de uma interação, já que requer infraestrutura, pessoal especializado, planejamento, adequação de tempo e espaço, tolerância, empatia, alteridade e muito mais.
Ainda que o curta, inspirado no clássico da litertura gótica de Mary Shelley, não tenha essa proposta, eu, como educador, vejo no vídeo um ótimo recurso para promover debate filosófico, sociológico e pedagógico sobre esses temas: inclusão, neurodivergência, solidão, empatia, planejamento escolar, inteligência emocional etc.
Observação:
Esta postagem é de autoria de José Antônio Klaes Roig, professor, escritor e poeta, além de editor do blog Educa Tube Brasil [ http://educa-tube.blogspot.com ]. José Antonio Klaes Roig ou Zé Roig, como gosta de ser chamado, possui o Prêmio de Professor Transformador [2020] e seu blog Educa Tube Brasil, o Prêmio de um dos melhores blogues educacionais do Brasil [2020], conforme selos estampados na coluna à direta desta postagem.
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